saneamento basico

Plásticos, o transporte da água e o saneamento

Alfredo Schmitt

É fato que os avanços nas melhorias em serviços de água e esgotos, assim como na redução das perdas de água nas grandes cidades do País continuam lentos. O Brasil foi aclamado pela ONU com pioneiro no planejamento de saneamento para longo prazo e com participação social, em função do Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), um guia que possibilita o planejamento para que investimentos de R$ 508,5 bilhões sejam feitos em abastecimento de água potável, coleta e tratamento de esgoto e lixo, e drenagem.

Ações de saneamento e cuidados com a água são preventivas à saúde e geram economia. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), para cada 1 real investido em saneamento básico, 4 são economizados em tratamentos de saúde. E os plásticos são parte integrante nesse processo. São eles os principais produtos utilizados na construção, no saneamento, tratamento de esgoto, canalização de água e revitalização de municípios, em função de sua versatilidade, variedade de aplicações e vocação social. Isso sem falar que os plásticos são 100% recicláveis, o que significa que podem ser transformados em novos produtos ao final de sua vida útil, reduzindo, assim, o desperdício de matéria-prima.

A indústria do plástico busca divulgar a cada oportunidade essa nobre importância de seus produtos, que têm aplicações voltadas ao bem-estar social, ao desenvolvimento e à saúde. Assim, foi criado o Congresso Brasileiro do Plástico, a primeira iniciativa no Brasil e na América Latina com o propósito de exaltar os benefícios das aplicações do plástico nos mais variados segmentos, desde saúde, agricultura, passando por segurança alimentar, combate a fome e saneamento básico, bem como evidenciar a sua importância na vida moderna. O evento ocorrerá em novembro, na Fiergs, em Porto Alegre. O Brasil precisa crescer de maneira sustentável e parte disso passa pelo setor.

Presidente do 1º Congresso Brasileiro do Plástico

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