Moradores do Jardim Europa moram em ruas sem serviço de capina e varrição e lixo fica espalhado junto com porcos
Nas ruas ficam restos de sofás velhos, carcaças de fogões, bacias feitas de pneus, lixo orgânico, embalagens e sacos de papel e plástico. Em outros trechos das ruas, as embalagens DE papel e lixo orgânico se misturam com galhos de árvores secos. As crianças aproveitam as ruas sem calçamento para brincar. Welia Raylanne, Tayná Gomes, Emily de Sousa Silva, Valderi de Sousa Gomes, Juliana Félix de Sousa, Lorena Vitória e Luiza Vitória estavam brincado de produção e participação de uma reportagem no bairro.
“A gente estava brincando de fazer reportagem e mostrando a nossa realidade”, afirmou Welia Raylanne. O cinegrafista era um outro menino.
A vendedora Mariana Sousa disse que o caminhão da capina e varrição passa na rua 5 do Jardim Europa, mas não passa na rua 6. “Eu acho que o caminhão da capina e varrição não vai para a nossa rua porque fica na frente dos sítios, mas agora toda a área é urbanizada”, afirmou Mariana Sousa.
ESGOTO A CÉU ABERTO
Os esgotos no bairro Jardim Europa correm a céu aberto, escorre suas águas sujas pelas ruas e vai até a Estrada da Usina Santana, na entrada da região. O esgoto termina empoçado nas margens da Estrada da Usina Santana, em uma espécie da lagoa suja.
José Resende afirma que as águas se misturam com a areia encontrada no cruzamento da rua 6 com a avenida 1 e ficam empoçadas, depois que uma parte delas escore para dentro da mata que fica no local.
“Tudo é sujo e não tem solução. Quem passa a pé ou de bicicleta fica sujo e os carros e as motocicletas espalham as águas sujas”, falou José Resende.
A aposentada Deca Anorata da Cruz mora na avenida 1 e conta que há três anos as águas sujas de esgotos se espalham por toda a avenida e na frente das casas.
“Quando o esgoto fica cheio, as águas se espalham sujando tudo e espalhando doenças até porque as águas atingem o cemitério, que fica na avenida”, falou Deca Anorata.
Por todo o bairro, as águas de esgotos se espalham porque mesmo com 30 anos de existência, o Jardim Europa não tem saneamento, nem fiscalização do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Guarda Ambiental porque os alguns moradores criam, de forma ilegal, pássaros silvestres, em gaiolas e as expõem dentro de suas residências, principalmente galos de campina, chicos pretos e pipiras.
Fonte: Meio Norte
Foto: Efrem Ribeiro
Últimas Notícias:
Enquanto a Espanha passa anos debatendo sem chegar a uma decisão, a França dá um exemplo ao transformar estações de tratamento em uma reserva estratégica para fortalecer os reservatórios
A escassez hídrica exige soluções inovadoras e eficientes em todo o continente europeu. Diante da crise atual, o território francês adota medidas avançadas para reaproveitar recursos hídricos descartados, mitigando os impactos severos da falta de água e garantindo o abastecimento seguro da população.
Concessão da Compesa vai atrair R$ 20 bilhões privados para água e esgoto
Em entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, nesta quarta-feira (10 de junho). O presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Douglas Nóbrega. Informou que a empresa deverá concluir o processo de transição da concessão parcial dos serviços entre o final de setembro e o início de outubro.
Reutilização da água – esperar pela mudança não é uma estratégia.
Qualquer aluno que aprenda sobre o ciclo da água sabe que a água é constantemente reutilizada. Mas, a reutilização da água em escala industrial provoca regularmente uma reação que não condiz com essa realidade.
A dura missão de um barco para tirar montanhas de lixo do Rio Pinheiros
Considerado o principal afluente do Tietê, o canal do Rio Pinheiros tem enfrentado problemas históricos com esgoto clandestino, carga orgânica elevada e toneladas de lixo, por cerca dos 25 quilômetros que percorre pela cidade de São Paulo.
Baseform | Tecnologia: foco no resultado. A Baseform no IWA Water Loss 2026
As principais apresentações, assim como as conversas de corredor, confirmam uma tendência clara no bom sentido: o foco está a deslocar-se da digitalização como finalidade em si mesma, para os resultados operacionais concretos que ela pode permitir.
Novas tecnologias ampliam tratamento de esgoto em estação que atende moradores das zonas norte e leste de São Paulo
São Paulo, 11 de junho de 2026 – A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Parque Novo Mundo, na capital paulista. Passa por um “upgrade tecnológico” que contribuirá com a ampliação do tratamento em 148% – de 2,5 milhões para 6,2 milhões de litros por segundo. Com novos equipamentos e processos, a ETE, inaugurada há 28 anos, poderá crescer sem aumentar a área de 190 mil metros quadrados que ocupa na zona norte de São Paulo, uma das mais adensadas da capital.