O saneamento básico no Brasil registra avanços graduais, mas ainda enfrenta obstáculos estruturais para cumprir as metas de universalização previstas no marco legal até 2033.
O Rio Grande do Norte está se movimentando para uma parceria público-privada em saneamento. Com investimentos bilionários, portanto, alimentando expectativas de mais oportunidades no setor, após alguns leilões frustrados no início deste ano.
O TCEMG (Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais) autorizou o avanço das etapas preparatórias para uma eventual privatização da Copasa, mas manteve a proibição de qualquer ato que implique a venda efetiva da companhia.
A Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo) aprovou norma com regras mais claras para cobrança, renegociação e parcelamento de contas em atraso de água e esgoto.
Em razão do incremento populacional, a Prefeitura de Vinhedo enfrentou o desafio de aumentar a capacidade de geração de água potável da Estação de Tratamento de Água Santa Cândida no bairro mais populoso do município – Bairro da Capela.
O acesso ao saneamento básico tem crescido no país, embora persistam desigualdades regionais. Em 2025, 69,7% de brasileiros (ou 147,8 milhões de pessoas) residiam em domicílios com rede coletora de esgoto ou fossa séptica ligada à rede.