saneamento basico
Governo Plano Economia Circular

Governo aprova Plano Nacional de Economia Circular

Governo Plano Economia Circular

O governo aprovou na quinta-feira (8) um Plano Nacional de Economia Circular, que pretende criar um ambiente regulatório favorável ao desenvolvimento de negócios, meios de produção e formas de consumo que reduzam desperdícios e otimizem recursos.

São 18 objetivos e mais de 70 ações para os próximos dez anos que devem contar com recursos doe ministérios envolvidos no tema, como o do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic), Meio Ambiente (MMA), Fazenda (MF), Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), além de BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).

O Fórum Nacional de Economia Circular (Fnec), formado por 14 assentos de ministérios e órgãos de governo e outros 14 compostos por indústria e sociedade civil, liderados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic), elaborou o plano.

LEIA TAMBÉM: Iniciativas de PPPs no setor de resíduos sólidos somam R$ 27,3 bilhões

Submetido a consulta pública, o documento angariou mais de 1.600 contribuições.

“Fiquei impressionado com a participação obtida na consulta pública. Não é trivial a gente ter tanto interesse num tema novo e que eu considerava áspero para o conjunto da sociedade”, afirmou o secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do Mdic, Rodrigo Rollemberg, que preside o Fnec.

Governo Plano Economia Circular

O Fnec foi estabelecido pelo mesmo decreto (12.082/2024) que instituiu, no ano passado, a Estratégia Nacional de Economia Circular. Documento que traz as diretrizes para a implementação de políticas que promovam a chamada circularidade na produção e no consumo no Brasil.

A Estratégia integra a nova política industrial adotada pelo governo federal, Nova Indústria Brasil (NIB). A economia circular é um dos eixos formadores do Plano de Transformação Ecológica. Coordenado pelo Ministério da Fazenda (MF), e do Plano Clima, liderado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).

LEIA TAMBÉM: Alertas de desmatamento na Amazônia sobem 55% em abril e acendem sinal amarelo no governo

Diferentemente da economia linear, modelo atual baseado na tríade extrair-produzir-descartar. A economia circular prioriza a não geração de resíduos e de poluição, a circulação de materiais e produtos pelo maior tempo possível e a regeneração dos ecossistemas.

Fonte: MSN.

Últimas Notícias:
Estudo aponta impacto do saneamento em SP na renda e saúde

Estudo aponta impacto do saneamento em SP na renda e saúde

O acesso ao saneamento básico adequado pode impactar diretamente a renda, a saúde e a qualidade de vida da população. Segundo estudo do Instituto Trata Brasil. Moradores de regiões com acesso à água tratada e coleta de esgoto podem alcançar renda até duas vezes maior do que aqueles que vivem em áreas sem infraestrutura sanitária.

Leia mais »
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.

Leia mais »

O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

Leia mais »