O governo aprovou na quinta-feira (8) um Plano Nacional de Economia Circular, que pretende criar um ambiente regulatório favorável ao desenvolvimento de negócios, meios de produção e formas de consumo que reduzam desperdícios e otimizem recursos.
A crescente preocupação com a preservação dos recursos hídricos tem impulsionado estudos sobre a presença e remoção de poluentes emergentes, como fármacos, dos corpos d’água.
A proposta da nova ferramenta é reduzir a fragmentação entre sistemas estaduais e federais e facilitar tanto a emissão de outorgas quanto a fiscalização do uso dos recursos hídricos.
O modelo de desenvolvimento econômico e urbano adotado no Brasil tende a excluir grupos mais vulneráveis de serviços básicos de infraestrutura. Entre esses serviços está o saneamento.