Escassez de água chega à análise de crédito dos bancos
"Vai chover no Cantareira?" É a pergunta que os paulistas não se cansam de fazer nos últimos tempos.
"Vai chover no Cantareira?" É a pergunta que os paulistas não se cansam de fazer nos últimos tempos.
O plano de redução de desperdício de água da Sabesp para a Grande São Paulo ficou mais caro, mas teve diminuídas suas metas.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), assinou nesta quinta-feira (4) convênio com o governo federal no valor de R$ 3,24 bilhões para viabilizar obras no Estado
Devido a falhas no abastecimento de água, comerciantes e empresários da capital paulista têm sofrido prejuízos e gastado mais em busca de alternativas –como galões ou caminhões-pipa.
Mesmo que o período chuvoso, de outubro a abril, tenha o volume histórico médio de precipitação, isso não será suficiente para sanar o déficit
Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema), órgão do Ministério Público (MP), propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que obriga a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) a tratar o esgoto de Águas de São Pedro (SP).
Indicada por José Serra, Dilma Pena cumpriu ordens e só comentou a crise hídrica - desastrosamente - após a eleição
É preciso reaproveitar o esgoto com inteligência. Campinas será a primeira cidade do Brasil a utilizar água de reuso como se faz nos Estados Unidos.
A Sabesp informou nesta semana que a Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp) autorizou aumento de 6,495% nas tarifas da empresa a partir de 27 de dezembro.
Apontado por especialistas como uma das melhores alternativas para reduzir a superexploração de rios e represas, o reaproveitamento do esgoto tratado no abastecimento de água - como anunciado anteontem por Campinas - ainda é incipiente.