Com estiagem, nível de água da Cantareira atinge 17,8%
Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo conta apenas com o volume morto do sistema, a chamada reserva técnica.
Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo conta apenas com o volume morto do sistema, a chamada reserva técnica.
São Paulo é um Estado com pouca disponibilidade hídrica. Mesmo servido por 26 complexos de reservatórios interligados, possui apenas 1,6% da água doce disponível no país. Na região metropolitana de São Paulo, com 8 desses mananciais, está situado o Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de 9,8 milhões de habitantes.
O levantamento da Fiesp/Ciesp revela que grandes, médias e micro empresas paulistas estão preocupadas com a possibilidade de ser realizado um racionamento de água este ano. A pesquisa consultou 413 indústrias do Estado de São Paulo e revelou que 75% das grandes empresas entrevistadas são as mais preocupadas com um eventual racionamento.
Após dois meses do início do bombeamento da água da reserva técnica ("volume morto") do Sistema Cantareira, o nível dos reservatórios estava ontem em 18%. A rápida redução da capacidade, o programa de descontos para quem reduz o gasto de água e a possibilidade de que seja necessário um racionamento de água preocupam analistas que acompanham a Sabesp. Em 60 dias, o volume de água do Cantareira caiu 8,7 pontos percentuais, já que na inauguração das bombas a capacidade foi para 26,7% com mais 182,5 bilhões de litros de água.
Na quinta-feira, 4 de julho, o prefeito de Mairiporã, Dr. Márcio Pampuri, assinou convênio com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – Sabesp, que prevê, entre outras coisas, um investimento total da ordem de R$ 277 milhões ao longo de 30 anos, em saneamento básico.
O nível do Sistema Alto Tietê de represas caiu para 23,6% nesta segunda-feira (14), conforme informou a Sabesp. O novo registro representa uma queda de 2,1 pontos percentuais em relação ao dia 1º de julho, quando o sistema operava com 25,7% de sua capacidade.
Até o fim do ano que vem, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) tem como meta reduzir de 29% para 25% o índice de perda de água em São Bernardo. As ações, que começaram na semana passada, demandarão investimento aproximado de R$ 58 milhões. O objetivo das intervenções é diminuir o desperdício causado por vazamentos e ligações clandestinas.
Em 35 dias consecutivos de captação de água, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) já retirou 26% dos 182,5 bilhões de litros do chamado volume morto do Sistema Cantareira.
Quase três meses após ter sido anunciada como uma das medidas para enfrentar a crise do Sistema Cantareira, a multa da água foi descartada pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB) na manhã desta quarta-feira, 9.
Em 35 dias consecutivos de captação de água, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) já retirou 26% dos 182,5 bilhões de litros do chamado volume morto do Sistema Cantareira.