Despoluição da Baía de Guanabara ainda é desafio após um ano da Olimpíada
Em 2016, quando o Rio sediou o maior evento esportivo do mundo – a Rio 2016 – uma das expectativas era que a Baía de Guanabara ganhasse a chance de ser despoluída.
Em 2016, quando o Rio sediou o maior evento esportivo do mundo – a Rio 2016 – uma das expectativas era que a Baía de Guanabara ganhasse a chance de ser despoluída.
Renovação do empréstimo está emperrada em função da crise financeira do estado.
Após décadas de promessas, projetos e metas que nunca foram cumpridas, a despoluição da Baía de Guanabara esbarra agora na crise do estado.
Dos R$ 673 milhões previstos, apenas R$ 11 milhões foram investidos no projeto de recuperação ambiental das lagoas da Barra e de Jacarepaguá
A moeda de troca para o acordo de socorro financeiro da União ao Rio é o único ativo importante que o governo estadual tem a oferecer.
Diferente do período olímpico, a cor da água na Baía de Guanabara voltou a ficar escura e o lixo flutuante, que diminuiu durante a Rio 2016, voltou a aparecer.
O tema do saneamento básico aparece em 40 das 45 candidaturas.
Quando ficar pronto, o Tronco da Cidade Nova vai coletar o esgoto de cerca de 163 mil moradores da região, que hoje é despejado no Canal do Mangue e deságua na Baía de Guanabara.
A situação da Baía de Guanabara, bem como das lagoas da Barra e de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, é apontada por especialistas como um dos maiores passivos ambientais da Cedae.
Quem disser que a baia de Guanabara estará limpa...