Orizon e Sergas assinam protocolo de intenções para viabilizar produção de biometano
Protocolo visa o estudo de alternativas para implantação de soluções que possibilitem a injeção de biometano no sistema de distribuição.
Protocolo visa o estudo de alternativas para implantação de soluções que possibilitem a injeção de biometano no sistema de distribuição.
Na quinta-feira, 20, o governador Ratinho Junior vem a Maringá para lançar o início das obras do gasoduto. O projeto é da Companhia Paranaense de Gás (Compagas), concessionária do serviço, que prevê investimentos de R$ 505 milhões nos próximos cinco anos no Paraná.
Cidades como Itajaí e Mafra, por exemplo, destinam seus resíduos para usinas que reaproveitam o lixo e o transformam em matéria-prima como biogás, originando fontes de energia renovável.
A partir do acordo, as instituições irão colaborar por meio da troca de conhecimento quanto às melhores práticas em regulamentação e políticas, bem como tecnologia e desenvolvimento de projetos.
O executivo espera que a produção de biometano cresça em mais de 300 mil metros cúbicos por dia a cada ano, em um período de até três anos.
A Air Liquide vai projetar, construir e entregar sua primeira unidade na América Latina de purificação de biometano produzido a partir de resíduos sólidos, no aterro de Cariacica (ES).
O evento, realizado na sede da FIEMG, contou com a participação de autoridades públicas, instituições, empresas e acadêmicos, em evento voltado à cooperação estratégica entre Brasil e União Europeia.
Um mês após o Itaú BBA elevar suas projeções, foi a vez de a XP aumentar o preço-alvo para as ações da Orizon, de R$ 47 para R$ 56 – um potencial de alta de 40% em relação ao preço de tela.
A empresa tem hoje 16 complexos, chamados de ecoparques, onde também abriga tecnologias de triagem para reaproveitamento de material reciclado, compostagem para fertilizantes e combustível derivado de resíduo.
Segundo alerta feito pela ONU nesta quarta-feira, 28, o volume de resíduos no mundo, que atingiu 2,3 bilhões de toneladas em 2023, continuará crescendo exponencialmente, até 3,8 bilhões de toneladas até meados deste século. A crise será ainda mais grave nos países onde os métodos de tratamento ainda são poluentes: aterros sanitários (contaminação do solo, emissões de poluentes e gases de efeito estufa, como o metano) e incineração sem recuperação.