As regiões que mais esbanjam água em São Paulo
Consumo médio de água na região dos Jardins, em São Paulo, é de 18 mil litros. No Grajaú, o uso cai quase para a metade. Veja a lista:
Consumo médio de água na região dos Jardins, em São Paulo, é de 18 mil litros. No Grajaú, o uso cai quase para a metade. Veja a lista:
São Paulo atravessa uma de suas piores crises hídricas da história. Não fosse a captação do volume morto, o sistema Cantareira, da SABESP - que atende a 9.8 Milhões de paulistas sendo que 8.4 Milhões só na Capital - não teria água para abastecer a Grande São Paulo. Um ano atrás, o volume armazenado ítul era de 55%, hoje é de 18%, sendo todo ele representado pelo volume morto.
As notícias sobre a crise de abastecimento de água em São Paulo não são boas: “Sem volume morto, Cantareira já estaria sem água neste sábado (12/7)”, “Mesmo com chuva no Cantareira, nível continua caindo” e “Cinco represas do Alto Tietê chegam ao menor nível dos últimos dez anos”
A Sabesp informou nesta segunda-feira, 21, que os estudos desenvolvidos para o aproveitamento da reserva técnica do Sistema Alto Tietê indicam que poderão ser feitas obras de captação em duas represas para o abastecimento da Grande São Paulo.
Dois meses após iniciar o bombeamento do "volume morto" no sistema Cantareira, a Sabesp pediu para bombear mais 100 bilhões de litros da reserva, situada abaixo da captação das represas.
Depois de quase secar o Cantareira, maior reservatório de água da Grande São Paulo, a estiagem vivida em todo o Estado desde o fim do ano passado traz consequências duras para o segundo maior reservatório da região, o sistema Alto Tietê, que abastece 4,5 milhões de pessoas na capital paulista e em outros 9 municípios da região metropolitana. Até ontem, a capacidade do Alto Tietê marcava 23,4%, mais de 20 pontos percentuais a menos que os 46,3% registrados no início deste ano.
CAMPINAS - O problema da falta de água já afeta a produtividade e causa demissões no setor industrial paulista, afirmou o diretor de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Eduardo San Martin.
Torneiras vazias, caminhões-pipa nas ruas, banhos de caneca, estocamento de água, inflação de preços, poços artesianos. Parece distante, mas esse cenário pode vir a fazer parte do cotidiano de muitos paulistanos caso as previsões mais pessimistas acerca do desabastecimento dos sistemas Cantareira e Alto Tietê sejam confirmadas
SÃO PAULO - A Agência Nacional de Águas (ANA) prorrogou até 31 de outubro de 2015 o direito de uso dos recursos hídricos do Sistema Cantareira para a Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), conforme publicado nesta sexta-feira (11), no Diário Oficial da União. A outorga, concedida em 2004, tinha validade de dez anos e venceria no próximo mês. O sistema abastece 9 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo. De acordo com a agência, a renovação considera o período de escassez de chuva pelo qual passa o sistema.
Em São Paulo, é preocupante a situação do Sistema Cantareira, que atende quase 10 milhões de moradores. O reservatório de água está secando a cada dia.