Além do lixo
Especialista em limpeza urbana, Osmário Ferreira fala sobre educação ambiental, economia circular e os caminhos para cidades como Ribeirão Preto avançarem na gestão de resíduos
Especialista em limpeza urbana, Osmário Ferreira fala sobre educação ambiental, economia circular e os caminhos para cidades como Ribeirão Preto avançarem na gestão de resíduos
No final de abril. A Câmara Municipal de São Paulo aprovou dois projetos de lei com foco no combate às mudanças climáticas. Além disso, as propostas visam o desenvolvimento de uma cidade mais verde.
Águas de Bombinhas esclarece que a drenagem — sistema responsável pela captação e condução da água da chuva — é de responsabilidade do município.
Campo Grande (MS) avança em sustentabilidade urbana com a implantação do primeiro jardim de chuva em área pública da cidade.
A música diz que as “águas de março fecham o verão”, certo? Tanto volume de chuva, no entanto, pode gerar ‘dores de cabeça’ à população, especialmente pelo frequente alagamento de vias e dificuldade de escoamento dessas águas. Mas existem algumas medidas que podem amenizar esse cenário.
As águas residuais são um subproduto inevitável das atividades humanas, industriais e urbanas. Quando não recebem tratamento adequado antes de serem lançadas no meio ambiente, tornam-se uma das principais fontes de degradação ambiental e riscos à saúde pública.
A destinação final nem sempre se faz em aterros sanitários. Vem de longe o inadequado manejo deresíduos sólidos em cidades brasileiras.
Sancionada em 2021, a Lei de Incentivo à Reciclagem (LIR) apresenta os primeiros frutos diretos agora, já no fim do segundo semestre de 2025.
O programa conta com a adesão de 284 municípios, o que representa 96% das cidades catarinenses, beneficiando diretamente mais de 6 milhões de pessoas.
E o meio ambiente sempre foi a maior fonte de recursos naturais, e um dos maiores meios de crescimento econômico (MORETI et al. 2017).