Quantidade de detritos retirados dos esgotos da região cresce 13%
Concessionárias removeram 1.012 toneladas nos oito primeiros meses deste ano, contra 892 no mesmo período de 2025.
Concessionárias removeram 1.012 toneladas nos oito primeiros meses deste ano, contra 892 no mesmo período de 2025.
A forma como cada morador descarta os resíduos dentro de casa tem impacto direto no funcionamento da rede de esgoto.
Projetos em Tatuí, Sorocaba e Boituva provam como a gestão correta de resíduos reduz impactos ambientais, gera economia aos cofres públicos e fortalece práticas alinhadas ao ESG.
A Iguá Saneamento participou da ampliação do mapa de análise do Blue Keepers, iniciativa do Pacto Global da ONU – Rede Brasil que combate a poluição no oceano.
Há um dado que merece nossa profunda reflexão: o Brasil recicla apenas 2,2% dos resíduos sólidos urbanos que produz. Menos de 3% de tudo o que consumimos e descartamos retorna à cadeia produtiva. O número impressiona e revela quanto o país ainda desperdiça uma oportunidade de gerar emprego, renda, reduzir gastos públicos e preservar o meio ambiente.
Experiências bem-sucedidas mostram caminhos para implementar Política Nacional de Resíduos Sólidos dez anos após sua criação.
Quatro em cada dez brasileiros (39%) nunca ouviram falar sobre o conceito de economia circular. Os dados constam de uma pesquisa encomendada pelo Movimento Plástico Transforma ao QualiBest. Além disso, os resultados mostram que, embora o tema já tenha chegado a 57% da população, esse contato ocorreu de forma superficial.
Os ecopontos são espaços públicos criados para o recebimento voluntário de materiais recicláveis e resíduos volumosos. O objetivo é constituir uma alternativa à população para a destinação gratuita e ambientalmente correta para materiais que não devem ser jogados no lixo comum ou em terrenos baldios.
Campanha acaba, o lixo fica. Santinho, praguinha, panfleto. Papel que suja bueiro, entope galeria e volta como enchente. É resíduo eleitoral, mas o custo é ambiental e educacional.
A paixão aflorada pelo futebol e o prazer de completar os álbuns de figurinhas, populares em anos de Copa do Mundo, podem estar por trás da intensificação de um problema ambiental de difícil solução.