Lodo de esgoto é testado como fertilizante em lavouras no ES
Em 25 de junho de 2025, uma visita técnica marcou mais uma etapa do projeto que avalia o uso agrícola do lodo gerado pela Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Nova Venécia.
Em 25 de junho de 2025, uma visita técnica marcou mais uma etapa do projeto que avalia o uso agrícola do lodo gerado pela Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Nova Venécia.
Com conclusão prevista para dezembro deste ano, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Imbé é uma das principais obras em execução para ampliar o saneamento básico no município. Localizada no bairro Nova Nordeste, a ETE terá capacidade para tratar até 64 litros por segundo de esgoto doméstico — o equivalente a três piscinas olímpicas por dia.
A pesquisa objetivou comparar a maior Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da cidade a um sistema alternativo, dimensionado requerendo menos área e com alta eficiência na remoção de nitrogênio, de matéria orgânica e de agentes patógenos (Coliformes).
Depois de seis meses de trabalho e um investimento de R$ 10 milhões, a Águas do Rio acaba de concluir a obra de esgoto que vai beneficiar o bairro do Mutondo e regiões do entorno, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio.
Em Anápolis, um plano de investimentos da Saneago promete universalizar o sistema de esgoto.
O projeto previu o tratamento de esgotos pós UASB, na vazão média de 210 l/s, com a tecnologia mbbr puro, ou seja, sem a biomassa suspensa, e os resultados obtidos atualmente atendem plenamente a legislação e os parâmetros de projeto.
A CASAN projeta R$78,6 milhões em investimentos nos serviços de água e esgoto em 16 municípios da Serra Catarinense.
De acordo com o Trata Brasil, atualmente cerca de 100% da população urbana tem acesso à água tratada, e 75% é atendido pela coleta e tratamento de esgoto.
A Resolução CONSEMA n.º 355/2017 dispõe sobre os critérios e padrões de emissão de efluentes líquidos para as fontes geradoras que lancem seus efluentes em águas superficiais no Estado do Rio Grande do Sul – Brasil.
O presente trabalho mostra que é possível atingir remoções de coliformes totais (CT) e Escherichia coli (E. coli), em esgoto doméstico, previstas na legislação ambiental brasileira, sem uso de desinfecção química ou ultravioleta, por meio do processo de tratamento lodos ativados.