saneamento basico
Governo Pará Estação Esgoto

Governo do Pará entrega em outubro a maior Estação de Tratamento de Esgoto do estado

Governo Pará Estação Esgoto

O Governo do Pará entrega, no início de outubro, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Una, localizada em Belém.

Com mais de 23 mil metros quadrados de área construída, a estrutura é a maior do tipo no estado e uma das mais modernas da Amazônia.

Portanto o investimento ultrapassa R$ 134 milhões e vai beneficiar diretamente moradores de dez bairros da capital paraense, reforçando as ações de saneamento básico em áreas urbanas estratégicas.

Então a ETE Una será o principal destino do esgoto coletado nos bairros Marco, São Brás, Sacramenta, Telégrafo, Pedreira, Fátima, Umarizal, Reduto, Nazaré e Campina. O sistema entrará em fase de pré-operação logo após a entrega oficial da obra. Avanço no saneamento e na qualidade de vida

A obra é executada pela Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), com apoio do Governo Federal. De acordo com o presidente da Cosanpa, coronel Dilson Junior, a estação representa um marco para o setor.

Governo Pará Estação Esgoto

“Essa é uma das obras mais importantes que vamos entregar para transformar o saneamento de Belém. Com apoio do Governo do Estado e do Governo Federal, vamos ampliar a capacidade de tratamento de esgoto, garantindo impactos positivos na saúde, na qualidade de vida da população e na preservação ambiental em uma das principais bacias hidrográficas da cidade”, destacou o gestor.

O sistema da ETE Una foi projetado com tecnologia compatível com todas as etapas exigidas pela legislação brasileira de tratamento de esgoto. A engenheira sanitarista Susan Alves, fiscal da obra pela Cosanpa, explicou os últimos serviços realizados no canteiro.

“Nos últimos meses, trabalhamos no assentamento de grandes tubulações, algumas com peso superior a uma tonelada, para interligar as unidades, transportar o esgoto entre as etapas de tratamento, concluir a Estação Elevatória de Esgoto Bruto e instalar os sistemas elétricos da unidade”, detalhou.

A operação plena do sistema vai garantir a remoção de mais de 90% da carga orgânica dos resíduos coletados, possibilitando o retorno seguro ao meio ambiente e contribuindo de forma efetiva para a despoluição da bacia hidrográfica do Una.

Fonte: GJ.

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »