Maior ponte solar do mundo é inaugurada em Londres
Londres concluiu na última quarta-feira (22) a maior ponte solar do mundo com mais de 4.400 painéis solares instalados acima da nova plataforma da estação Blackfriars.
Londres concluiu na última quarta-feira (22) a maior ponte solar do mundo com mais de 4.400 painéis solares instalados acima da nova plataforma da estação Blackfriars.
A Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) quer reduzir em 34,2% a perda na geração de energia no estado, conforme estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o reconhecimento tarifário. Para isso a companhia criou o Plano de Redução de Perdas de Energia que vai priorizar ações de fiscalização, instalação de medidores, atualização cadastral, redução da inadimplência e melhoria da qualidade da energia.
Na sexta-feira passada estivemos na sede da Eletrosul, em Florianópolis, visitando a planta fotovoltaica de 1 MW que está sendo construída no telhado e em seu estacionamento. O projeto deve ser inaugurado ainda neste semestre e será a primeira instalação fotovoltaica de grande porte integrada a um edifício público e conectada à rede.
A intenção da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de colocar a modalidade da tarifa branca em funcionamento, em fevereiro, não se concretizará. A medida prevê que quando o consumidor optar por esse tipo de pagamento da conta de luz, desembolsará mais do que gasta atualmente durante os chamados horários de ponta (quando ocorre a concentração da demanda de energia), porém pagará menos nos demais períodos.
A EDP aumentou em 5,6% o volume de energia distribuída no Brasil no quarto trimestre de 2013, em comparação com o mesmo período de 2012, informou a EDP Brasil no seu "release" de mercado para os últimos três meses do ano passado.
Superar a dependência global e secular de petróleo é um desafio que vai requerer um novo paradigma de pesquisa em bioenergia para o século 21. Com o objetivo de contribuir para essa empreitada e oferecer um panorama sobre os avanços científicos recentes alcançados no continente americano foi lançado pela editora Springer o livro Plants and Bioenergy.
Não faz tanto tempo que a cidade de Santa Vitória do Palmar, no sul do Estado, era iluminada pela metade. Luz elétrica? Da calçada do Teatro Independência em direção à zona norte, só de manhã; da Praça Central em direção à zona sul, só à tarde. A década era 1950 – e ninguém imaginava que os ventos que estremeciam as janelas iriam se transformar, algumas décadas depois, em fonte de energia não só para os quase 40 mil habitantes da cidade, mas para todo o Brasil.
Após 17 de Abril de 2012, através da resolução 482 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), os brasileiros contam com a regulamentação e direito de gerar sua própria energia em suas residências, comércios, indústrias e diversas demandas de consumo elétrico, porém a falta de informação, desconhecimento técnico e as linguagens contraditórias não fazem acontecer. Os brasileiros pouco sabem sobre micro e mini geração de energia e seus componentes, como placas solares, torres eólicas, geradores, inversores, baterias e mesmo corrente elétrica propriamente dita, quando a tradição é entender de moda, balada, praias e automóveis.
Quando se fala em energia a partir dos ventos logo se imagina grandes turbinas eólicas ocupando um vasto território. Em comparação com os painéis solares, este tipo de alternativa ainda está longe de ser acessível nas residências, mas um time de pesquisadores do Texas quer mudar esta realidade.
Em 2013, a arrecadação de compensação financeira pela utilização de recursos hídricos (CFURH) para geração de energia elétrica a municípios, estados e União, incluindo royalties (compensação financeira devida pela Usina de Itaipu), foi de R$ 2,1 bilhões. Desse total, foram distribuídos R$ 1,5 bilhão a título de CFURH e R$ 553,7 milhões em royalties.