Saneamento reduz poluição dos rios da Grande SP
Os rios Tietê e Pinheiros cruzam São Paulo e são alimentados por córregos e afluentes. Ambos estão poluídos há décadas, principalmente devido ao esgoto in natura despejado diariamente em seus leitos.
Os rios Tietê e Pinheiros cruzam São Paulo e são alimentados por córregos e afluentes. Ambos estão poluídos há décadas, principalmente devido ao esgoto in natura despejado diariamente em seus leitos.
A implantação de redes coletoras de esgoto representa uma etapa fundamental da infraestrutura de saneamento urbano. Embora frequentemente associada apenas à instalação de tubulações, a execução envolve uma cadeia complexa, diretamente influenciada por fatores como profundidade de vala, interferências subterrâneas, presença de água, condições geotécnicas, logística de materiais e produtividade das frentes de obra.
Em entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, nesta quarta-feira (10 de junho). O presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Douglas Nóbrega. Informou que a empresa deverá concluir o processo de transição da concessão parcial dos serviços entre o final de setembro e o início de outubro.
Moradores de bairros que historicamente não contavam com infraestrutura de saneamento no município de Itatiba, na região de Campinas. Começam a vivenciar uma nova realidade com o avanço das obras da Sabesp para ampliar o acesso a água e coleta e tratamento de esgoto, promovendo mais saúde, qualidade de vida, desenvolvimento urbano e preservação ambiental. O investimento nessas obras soma mais de R$ 15,3 milhões.
Um estudo que analisa os impactos ambientais, econômicos e sociais da ineficiência no controle de perdas de água no Brasil. Aponta que o volume de água desperdiçado no país seria suficiente para abastecer cerca de 77 milhões de pessoas.
Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.
A abertura do Fórum Novo Saneamento reuniu lideranças políticas, especialistas e representantes do setor para discutir os desafios e prioridades da agenda pública do saneamento até 2033. O debate destacou a necessidade de modernização regulatória, segurança jurídica e ampliação dos investimentos no país.
Uma proposta em discussão no governo federal tem potencial de ampliar em cerca de R$ 53,4 bilhões o valor de investimento necessário para o Brasil universalizar o acesso aos serviços de saneamento.
A Companhia de Água e Esgoto do Ceará deu mais um passo importante. Rumo à universalização do saneamento básico no estado. Com a publicação do edital das novas Parcerias Público-Privadas (PPPs).
Funcionando sob paredes e calçadas, o saneamento básico pode ser um mecanismo invisível para a maioria da população, mas interfere em praticamente todos os aspectos da vida social. Melhorias ou pioras no setor podem significar também ganhos ou perdas na educação, no mercado de trabalho e, sobretudo, na saúde. Não só isso.