O Brasil vai entregar o saneamento prometido?
Desafios para a universalização até 2033 Seis anos após a aprovação do Marco Legal do Saneamento Básico, o Brasil registra avanços importantes na atração de investimentos. Também houve avanços em…
Desafios para a universalização até 2033 Seis anos após a aprovação do Marco Legal do Saneamento Básico, o Brasil registra avanços importantes na atração de investimentos. Também houve avanços em…
O acesso pleno aos serviços de água, coleta e tratamento de esgoto na Amazônia Legal pode gerar R$ 330,1 bilhões em benefícios líquidos entre 2024 e 2040.
Garantir o acesso pleno aos serviços de saneamento básico é um pilar para a promoção da saúde, do desenvolvimento econômico e da preservação ambiental na Amazônia. A expansão dessa infraestrutura gera impactos positivos duradouros que transformam a vida da população.
O número de casos da doença no primeiro semestre de 2026 ultrapassa o total contabilizado em 2025. Ribeirão Preto é cidade mais afetada.
Um estudo elaborado pela GO Associados, em parceria com o Instituto Trata Brasil, revela que a cobertura de abastecimento de água recuou no Nordeste entre 2020 e 2024. Esse período compreende os primeiros anos de vigência do novo Marco Legal do Saneamento.
Estudo do Instituto Trata Brasil aponta que São Paulo alcançou 93% de cobertura de coleta de esgoto e superou a meta prevista pelo Marco do Saneamento.
O saneamento básico deixou de ser apenas uma pauta de infraestrutura. Hoje, ele representa um dos principais indicadores da capacidade de gestão pública e do potencial de desenvolvimento econômico de um estado.
O Recursos somaram R$ 112,6 bilhões, mas distribuição é desigual. Mais da metade desse valor foi destinada ao Sudeste.
No aniversário de 136 anos de Boa Vista, celebrado nesta quinta-feira, 09, a capital roraimense também comemora os avanços alcançados no saneamento básico. Os investimentos realizados pelo Governo de Roraima, por meio da Caer (Companhia de Águas e Esgotos de Roraima) colocaram a cidade entre as capitais brasileiras com melhor desempenho no setor.
Você já imaginou uma indústria perder 40% do que produz? Ficar apenas com os 60% restantes? Se uma padaria jogasse fora quatro em cada dez pães que assa, antes mesmo de abrir, todo mundo acharia um absurdo. No saneamento brasileiro, é exatamente o que acontece com a água tratada. O país perdeu quase 40% da água produzida em 2024 antes de chegar à torneira da população.