Municípios do Médio Tietê receberão R$ 4,29 bilhões para expandir redes de água e esgoto até 2029
Pacote inclui mais 33 estações de tratamento de esgoto e 13 novas de água, além de ampliação das redes de esgotamento sanitários em várias cidades.
Pacote inclui mais 33 estações de tratamento de esgoto e 13 novas de água, além de ampliação das redes de esgotamento sanitários em várias cidades.
Uma proposta em discussão no governo federal tem potencial de ampliar em cerca de R$ 53,4 bilhões o valor de investimento necessário para o Brasil universalizar o acesso aos serviços de saneamento.
O saneamento básico no Brasil registra avanços graduais, mas ainda enfrenta obstáculos estruturais para cumprir as metas de universalização previstas no marco legal até 2033.
Quando falam em saúde, muita gente pensa primeiro em hospitais e consultas. Mas, na prática, o cuidado começa muito antes disso, na prevenção.
Atualmente, a cidade trata apenas 2,85% do esgoto gerado. Esse índice é inferior ao registrado em 2025, quando o percentual era de 3,20%. Diante desse cenário, um especialista explica os impactos na saúde pública, no meio ambiente e na segurança hídrica.
Além da gestão da pressão, com a finalidade de economizar água e preservar os mananciais que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP).
Reforço de duas ETEs elevou tratamento de esgoto na cidade do Norte catarinense
Dados do Instituto Trata Brasil mostram que, por exemplo, a capital investiu apenas R$ 8,99 por pessoa. No entanto, o ideal seria um valor cerca de 25 vezes maior. Além disso, a cidade está entre as 20 piores ranqueadas em 2026.
Seis anos após a sanção do Marco Legal do Saneamento Básico, apenas 11 das 100 maiores cidades do país alcançaram a universalização dos serviços de água e esgoto, evidenciando um cenário ainda desafiador e marcado por profundas desigualdades na infraestrutura básica.
Uma das fragilidades do sistema brasileiro é o desperdício: cerca de 40% da água captada nos mananciais se perde antes de chegar à população