Brasil pode gerar entre 15 e 22 bilhões de litros de chorume por ano
A disposição de resíduos sólidos urbanos em aterros sanitários produz um dos efluentes mais complexos do saneamento ambiental: o lixiviado, popularmente conhecido como chorume.
A disposição de resíduos sólidos urbanos em aterros sanitários produz um dos efluentes mais complexos do saneamento ambiental: o lixiviado, popularmente conhecido como chorume.
A diretora do Departamento de Qualidade Ambiental da Secretaria de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). Thaianne Resende Henriques Fábio, afirmou que a atualização da Resolução Conama nº 430 deverá proibir a prática de diluição de chorume em sistemas de esgotamento sanitário.
Esse estudo publicado em 2024 tem como cenário um dos aterros sanitários mais monitorados da Europa: o Aterro Fossetto, localizado na Toscana (Itália), avaliado sistematicamente por órgãos ambientais, centros de pesquisa e universidades ao longo de mais de três décadas.
O artigo científico “Impact assessment of concentrate recirculation on the landfill gas production”, de autoria de Nikola M. Džolev e Goran V. Vujić, foi publicado em 2016 no periódico internacional Thermal Science, volume 20, nº 4, páginas 1283–1294, com DOI 10.2298/TSCI160401137D.
O novo secretário estadual do Ambiente, Rodrigo Mascarenhas, está começando forte o seu trabalho de preservação ouvindo os líderes do setor. Já está na sua agenda a indenização dos pescadores de Sepetiba: existem R$ 6 milhões depositados há três anos que ainda não saíram do papel.
Diariamente, um adversário insidioso e muitas vezes ignorado emerge silenciosamente de nossos resíduos, tecendo uma rede de contaminação que ameaça rios, lagos, aquíferos e até a água que chega às nossas casas.
Segundo Walter, o chorume – tecnicamente chamado de lixiviado – é um dos efluentes mais tóxicos produzidos pela sociedade.
Seu tratamento adequado é essencial para evitar impactos ambientais negativos, como a contaminação de solos e corpos hídricos.
Nesta semana, a Prefeitura de Gramado participou de uma importante reunião que marcou a retomada da segunda fase do projeto “RS UP”, desenvolvido pela Fundação Universidade de Caxias do Sul (FUCS).
Tratamento de efluentes e recuperação de recursos são elementos cruciais no contexto da sustentabilidade ambiental e da gestão eficaz dos recursos hídricos.