Brasil destina 33 milhões de toneladas de lixo em locais irregulares
De acordo com o estudo, foram mais de 33 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU) com destinação inadequada em 2022.
De acordo com o estudo, foram mais de 33 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU) com destinação inadequada em 2022.
De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (ABREMA), Pedro Magalhães, a Pesquisa de Resíduos Sólidos 2023 revela que pouco se tem avançado na adequação do manejo dos resíduos sólidos no Brasil e a situação ainda preocupa.
As áreas de disposição inadequada receberam cerca de 39% do total de resíduos coletados no Brasil no mesmo ano — e estão presentes em todas as regiões do país.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás (Semad) apresentou, na segunda-feira, 26, os mapas que retratam a gestão de resíduos sólidos no estado. Eles trazem o panorama completo da situação dos lixões em Goiás. Já no primeiro mapa, é possível encontrar a relação de todos os aterros sanitários licenciados.
O plano do governo federal para repassar a gestão municipal de resíduos sólidos ao setor privado, como coleta de lixo, tratamento e aterros, abre uma série de oportunidades para pequenas e médias empresas.
Treze anos já se passaram desde a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que veio para estabelecer práticas mais eficazes no ambiente sanitário do país.
A estimativa é resultado de chamamento público realizado em conjunto pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES).
Por ano, são 30 milhões de toneladas de lixo descartadas a céu aberto, em aterros irregulares, chamados popularmente de lixões.
Há ainda 76 municípios que destinam seus resíduos em aterros sanitários ou unidades de triagem e compostagem sem licença ambiental.
O Lixão Zero é o principal programa em execução. Desde 2019, 645 lixões foram fechados no Brasil, o que representa uma queda de 20% no período.