Cidade paulista avança no saneamento e prevê R$ 1 bi em investimentos
A cidade de Americana, no interior paulista, avançou mais um passo em saneamento. E anunciou adesão ao programa UniversalizaSP.
A cidade de Americana, no interior paulista, avançou mais um passo em saneamento. E anunciou adesão ao programa UniversalizaSP.
Levantamento da consultoria Radar PPP aponta que, em 42% das licitações realizadas desde o novo marco legal de 2020, um único grupo apresentou proposta. Além disso, em 20% dos casos, a disputa ficou limitada a dois concorrentes.
Marco do Saneamento deu um salto institucional e desencadeou investimentos. Mas o ranking do Trata Brasil mostra que falta replicar a experiência das ilhas de excelência nos bolsões de atraso.
Reforço de duas ETEs elevou tratamento de esgoto na cidade do Norte catarinense
Dados do Instituto Trata Brasil mostram que, por exemplo, a capital investiu apenas R$ 8,99 por pessoa. No entanto, o ideal seria um valor cerca de 25 vezes maior. Além disso, a cidade está entre as 20 piores ranqueadas em 2026.
Dados mais recentes do setor indicam que investimento médio ainda está longe do patamar estimado para garantir acesso universal a água tratada e coleta de esgoto no país.
Obra prevê melhorias em estação elevatória e na unidade de tratamento, ampliando a infraestrutura sanitária e acompanhando o plano de investimentos da companhia no Estado.
Por que a preparação para novas regras fiscais e regulatórias começa agora. A gestão do saneamento sempre exigiu planejamento de longo prazo. Infraestruturas de água e esgoto são construídas para operar durante décadas, e decisões tomadas hoje podem impactar diretamente o desempenho das concessionárias pelos próximos 30 ou 40 anos.
O Marco Legal do Saneamento define metas importantes para o Brasil: até 2033, 99% da população deve ter acesso à água potável e 90% deve contar com coleta e tratamento de esgoto.
O Brasil não atingirá a universalização dos serviços de água e esgoto até 2033, meta prevista no marco legal do saneamento de 2020. Avalia o presidente da Aesbe (Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento), Munir Abud. ,