Brasil aprova R$625 milhões em projetos de saneamento
O governo brasileiro aprovou investimentos de cerca de R$625 milhões (US$120 milhões), para obras de saneamento e revitalização de bacias hidrográficas no estado de Minas Gerais.
O governo brasileiro aprovou investimentos de cerca de R$625 milhões (US$120 milhões), para obras de saneamento e revitalização de bacias hidrográficas no estado de Minas Gerais.
O governo federal do Brasil e o estado de Minas Gerais iniciaram os preparativos para uma concessão de saneamento que poderá incluir cerca de 200 municípios no Vale do Rio Doce , região do sudeste do Brasil.
Projeto previsto no Novo Acordo do Rio Doce mobiliza R$ 7,5 bilhões para universalizar abastecimento de água e esgotamento em 200 municípios mineiros.
Segundo pessoas ouvidas pela Bloomberg News, os detalhes sobre a privatização vão determinar o nível de interesse das empresas na concessionária de água de Minas Gerais Bloomberg - Pelo menos…
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que pretende privatizar a Copasa até abril. Segundo ele, em entrevista nesta segunda-feira (8), todos grupos privados do setor no país já teriam manifestado interesse na companhia de saneamento mineira, o que poderia movimentar pelo menos R$10 bilhões.
Este estudo objetivou compreender o impacto das políticas e planos municipais de saneamento básico sobre a taxa de acesso aos serviços de água potável e esgotamento sanitário.
O projeto de lei que regionaliza os serviços de saneamento básico em Minas Gerais sofreu uma mudança na segunda-feira (6).
O reservatório da UHE (Usina Hidrelétrica) de Furnas (MG), no rio Grande, passou a operar em faixa de atenção na quarta-feira (1º), após registrar volume útil de 41,46% no fim de setembro.
O Governo Federal e a Prefeitura de Belo Horizonte oficializaram na terça-feira (16), no Palácio do Planalto, contratos de financiamento que totalizam R$ 770 milhões para obras de mobilidade urbana e de drenagem na capital mineira.
A partir desses dados, a B3 calcula o “Score de Diversidade” que, aliado a critérios de liquidez, determina a composição do índice.