Baseform | Balanço hídrico sob demanda
O Baseform automatiza a análise completa dos componentes de vazão, consumo e perdas
O Baseform automatiza a análise completa dos componentes de vazão, consumo e perdas
Faltando três dias para o fim do prazo obrigatório, apenas 32,6% dos municípios concluíram e 10,1% nem iniciaram o preenchimento do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico.
No setor de saneamento e utilidades públicas, a receita faturada é a única fonte primária para o custeio da operação e a expansão da infraestrutura.
Nova regulamentação estabelece indicadores para medir cobertura, perdas de água, qualidade do tratamento e continuidade do abastecimento; prestadores terão de fornecer dados aos órgãos reguladores.
A apresentação a investidores do projeto de concessão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário do estado de Rondônia está acontecendo nesta semana.
A maioria dos modelos é calibrada de vez em quando, e rapidamente se desatualiza — a rede muda, o consumo altera, são adicionadas novas ligações e o modelo perde silenciosamente o contato com a realidade. As equipes de operação e planejamento que trabalham com um modelo desatualizado estão, na prática, navegando de noite com um mapa obsoleto.
A gestão de uma concessionária ou autarquia de saneamento é um exercício constante de equilíbrio entre conformidade regulatória, sustentabilidade econômico-financeira e nível de serviço ao cliente. Com o avanço das metas exigidas pelas agências reguladoras e a necessidade de otimização de recursos (OPEX), mensurar apenas o faturamento bruto e o volume faturado é uma prática obsoleta e perigosa.
O Brasil perdeu 39,53% de toda a água tratada inserida nos sistemas de distribuição em 2024, de acordo com o Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa), divulgado pelo Ministério das Cidades em dezembro de 2025.
No cenário atual do saneamento básico brasileiro, marcado pelas exigências de eficiência do Marco Legal, a redução de perdas de água deixou de ser uma meta puramente operacional. Ela se tornou uma prioridade estratégica e financeira para o C-Level de concessionárias e autarquias.
A Região Norte recebeu apenas R$ 5,3 bilhões em investimentos em saneamento básico entre 2020 e 2024. O valor representa 4,7% dos R$ 112,6 bilhões aplicados no país no período. Os dados são de um estudo do Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados.