Compesa completa 54 anos e reforça meta de universalizar acesso ao saneamento
O evento foi conduzido pelo presidente da estatal, Alex Campos, ao lado da diretoria da companhia, e contou com a presença de convidados e colaboradores.
O evento foi conduzido pelo presidente da estatal, Alex Campos, ao lado da diretoria da companhia, e contou com a presença de convidados e colaboradores.
A Assembleia Legislativa de Pernambuco levou para debate, na segunda-feira (14) a proposta de privatização da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), que atende os principais municípios do estado.
São ações de melhoria hídrica do Agreste e Sertão do Estado. Serão instalados, neste momento, 93 sistemas de dessalinização, de 170 previstos.
Três projetos de lei tramitam na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) para restringir a circulação de descartáveis plásticos no estado.
Pernambuco receberá o maior aporte dos últimos anos para obras de saneamento.
As duas primeiras licitações foram concorridas. Dois consórcios de consultorias se habilitaram para criar projetos para Alagoas e Amapá.
De acordo com Maria Silvia, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), os prazos de concessão dependerão da situação e do Estado.
Além dessas perdas, a estiagem obrigou a Compesa a gastar R$ 10 milhões com o fornecimento de água por meio de carros-pipa para áreas do Agreste e Sertão do estado.
A Adutora do Agreste, a maior obra hídrica em execução no Brasil, ganha um novo ritmo, tendo 15 frentes de trabalho simultâneo em janeiro de 2017.
As bombas, utilizadas para captação das reservas técnicas do Sistema Cantareira durante a crise hídrica no Estado de São Paulo, serão transportadas para Floresta (PE).