Plástico, o inimigo das praias brasileiras
De garrafas PET com rótulos em chinês a embalagens de alimentos, plástico representa até 85% dos resíduos encontrados em praias do país.
De garrafas PET com rótulos em chinês a embalagens de alimentos, plástico representa até 85% dos resíduos encontrados em praias do país.
Nos últimos anos, o plástico passou a ocupar o centro das discussões sobre sustentabilidade e, em muitos casos, acabou tratado como o principal responsável pelos desafios ambientais relacionados aos resíduos.
Relatório mundial alerta que contaminação de rios pioram cenário para mais de 4 mil espécies; ondas de calor marinhas dobraram desde os anos 80.
A Fundação Florestal, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil). Já retirou mais de 164 toneladas de resíduos do ambiente marinho no litoral paulista por meio do Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) Mar Sem Lixo, desde 2023.
Estudo mostra que 20 milhões de toneladas de resíduos plásticos entram no ambiente todos os anos e que a gestão de resíduos por si só não consegue resolver o desafio dessa poluição
Iniciativa prevê investimentos de longo prazo, novas regras para embalagens e maior participação de empresas no financiamento da reciclagem
Com aproximadamente 88 mil hectares, o local protege a região que abriga a maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul.
Todos os dias, imaginamos que a quase totalidade dos indivíduos do planeta utilizem sacos plásticos para uma série de atividades, desde o descarte de lixo, o uso de garrafas pets, o armazenamento de alimentos, entre outros.
A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, esteve na terça-feira (23) na Barragem de Pirapora do Bom Jesus, na região metropolitana de São Paulo.
A rodada de negociações, que conta com a participação de 180 países na Suíça, chega ao fim na quinta-feira (14), mas ainda está longe de alcançar um acordo.