BNDES estrutura mais nove concessões de saneamento; projetos somam R$ 47 bi
Maranhão, Goiás, Rondônia e Porto Alegre estão no portfólio do banco; mercado vê privatização da Copasa com interesse.
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Enquanto no país, muitas cidades permanecem com lixões a céu aberto, em Rondônia 96% dos municípios realizam destinação sustentável dos resíduos.
A Prefeitura de Porto Velho iniciou tratativas para a contratação da B3, a Bolsa de Valores do Brasil, para a realização do leilão de concessão dos serviços de água tratada e esgoto sanitário na capital e distritos.
O projeto quer universalizar serviços de água e esgoto em 12 anos, em linha com o novo marco legal do Saneamento Básico (Lei nº 14.026/2020).
Segundo Luana de Oliveira e Silva, o Programa Nacional Lixão Zero investirá pouco mais de R$ 12 milhões nesses municípios.
O governador Confúcio Moura (PMDB) e o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), chegaram a um acordo sobre a prestação de serviços de água e esgoto no município.
A Aegea Saneamento S.A. está na mira do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público (MP) de São Paulo.
A denúncia dos moradores levaram a Sema e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) a constatar que um cano de esgoto tem jogado detritos in natura no igarapé.
A privatização da empresa está descartada por conta dos débitos que a tornam pouco atrativa ao mercado do setor. “É importante deixar bem claro que o governo de Rondônia quer preservar o patrimônio que pertence ao governo do estado”, acentua Iacira Azamor.