Sabesp vai mapear áreas na Grande SP para abrir 200 poços
"Trata-se de um planejamento para considerar mais essa fonte de água para abastecimento da metrópole, aumentando a segurança hídrica
"Trata-se de um planejamento para considerar mais essa fonte de água para abastecimento da metrópole, aumentando a segurança hídrica
Segundo a Sabesp, parte dos contratos fechados na crise foi exclusiva para o tratamento de esgoto e parte por renovação ou fusão de empresas que já integravam a carteira,
Enquanto reservatórios do Paraíba do Sul, Cantareira, Guarapiranga e Alto Tietê respiram, sistema mineiro agoniza e fortalece ameaça de rodízio
O Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente de São Paulo (Sintaema) marcou para a próxima terça-feira (10) assembleia para decidir se iniciam uma greve contra 335 demissões já efetuadas pela Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), em fevereiro, em todo o estado.
A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) formaram um comitê que, em 90 dias, definirá como será o abastecimento de água em Guarulhos.
Em "penúria hídrica e financeira", conforme integrante do governo paulista, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) colocou em curso um plano de "ajustes no quadro pessoal" que deve resultar em cerca de 600 demissões.
Vereadores paulistanos organizaram uma série de denúncias e depoimentos feitos na CPI da Sabesp para pedir abertura de inquérito ao Ministério Público Estadual
Há 12 anos, o trabalho de Ailton da Cruz, 40, é distinguir os diferentes sons da água pelos encanamentos do subsolo de São Paulo.
Os 24 bilhões de litros que a Sabesp reservou para empresas no ano passado são equivalentes ao consumo de 404.040 pessoas em um ano, ou 101 mil famílias. O cálculo leva em conta o consumo médio de 166,3 litros por dia de cada brasileiro, identificado em 2013 pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS)
O projeto aprovado é semelhante à minuta de projeto de lei encaminhada em dezembro por Alckmin à gestão Haddad. A proposta do governo tucano, revelada pelo Estado em janeiro, previa advertência na primeira infração e multa a partir de R$ 250 até R$ 1 mil.