Renovação com a Sanepar será discutida hoje
Segundo o gerente regional da Sanepar, Antônio Gerard, a mudança tem como objetivo a adequação à Lei Nacional do Saneamento em vigor desde 2007.
Segundo o gerente regional da Sanepar, Antônio Gerard, a mudança tem como objetivo a adequação à Lei Nacional do Saneamento em vigor desde 2007.
Segundo a prefeitura, a audiência vai ocorrer às 14 horas, na Câmara Municipal, para debater a revisão do Plano Municipal de Saneamento Básico e a proposta de renovação de contrato entre o município e a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).
O documento apresentado, de 52 páginas, mostra o histórico do sistema de adutoras Tibagi, que passa pelos locais afetados, e o resultado de simulações feitas nas bombas, em diversas ocasiões.
A audiência pública para debater o Plano Municipal de Saneamento e a nova proposta de contrato da empresa para Ponta Grossa foi remarcada pela terceira vez, agora, atendendo um pedido do Ministério Público, que entendeu que não houve divulgação suficiente para o encontro, que estava previsto para acontecer no dia 15 de janeiro deste ano.
Há pessoas divulgando, nas redes sociais, que alguns motores da Unidade de Captação marigaense estão danificados, e que por isso voltará a faltar água na cidade por vários dias. A empresa reforça, conforme já divulgado em boletins anteriores, que se trata de inverdades.
O abastecimento em Maringá está comprometido há uma semana. O Rio Pirapó transbordou e danificou os equipamentos utilizados na captação e distribuição de água. Cerca de 350 mil moradores, ou 85% da população, foram prejudicados.
Com o crescimento populacional, principalmente da região de Uvaranas, a falta de água se tornou frequente no bairro.
Desde o final da tarde de segunda-feira técnicos da Sanepar acompanham as condições do rio para avaliar a situação dos equipamentos. A empresa esclarece ainda ser preciso o nível do rio baixar para fazer um diagnóstico e iniciar os reparos visando a normalidade da captação e bombeamento.
“Um índice de primeiro mundo e que chegaremos a 92% nos primeiros meses de 2016..."
Sem em tais quesitos o índice é de primeiro mundo, o número de reclamações decorrentes de cortes no abastecimento foi alto.