Microplástico: parâmetro de qualidade da água?
A saúde humana está sob a ameaça constante imposta pela crise ambiental causada pela poluição por plásticos, pelo menos a longo prazo.
A saúde humana está sob a ameaça constante imposta pela crise ambiental causada pela poluição por plásticos, pelo menos a longo prazo.
Com conclusão prevista para dezembro deste ano, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Imbé é uma das principais obras em execução para ampliar o saneamento básico no município. Localizada no bairro Nova Nordeste, a ETE terá capacidade para tratar até 64 litros por segundo de esgoto doméstico — o equivalente a três piscinas olímpicas por dia.
A capital é a única cidade da região Norte com avaliação máxima (100,0) no indicador de tratamento total de esgoto e uma das seis capitais com mais de 90% de cobertura de coleta.
Dessa forma, as metas estabelecidas pelo Marco Legal do Saneamento serão antecipadas em quase dez anos, beneficiando uma população de cerca de 120 mil habitantes.
A Região Norte do Brasil, que abriga quase 18 milhões de habitantes, enfrenta como problema estrutural a precariedade do saneamento básico.
O trabalho de monitoramento do ciclo completo do processo de abastecimento é realizado na Sanepar desde 2021, com ações qualitativas e quantitativas.
O presente estudo discute a estreita relação entre saúde pública e saneamento básico, evidenciando sua relevância no enfrentamento de doenças infecciosas como a cólera e a malária.
O Brasil vem avançando lentamente na adequação do manejo dos resíduos sólidos. Segundo a pesquisa Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2023, lançada pela Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (ABREMA), cerca de 43% de todo o lixo gerado no país tiveram descarte irregular – o número corresponde a 33,3 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos indo parar em lixões, valas, terrenos baldios e córregos urbanos, ameaçando a saúde pública e o meio ambiente.
A iniciativa busca melhorar a qualidade da água na bacia do rio Paranaíba, fortalecer a saúde pública e promover o desenvolvimento sustentável, assegurando saneamento básico para as localidades beneficiadas.
Esse valor foi gasto para tratar, em média a cada ano, 8.187 pessoas internadas com doenças relacionadas a falta de saneamento básico em todo o Amazonas. Deste total, 1.316, na média, foram a óbito por causa dessas doenças.