19 de fevereiro de 2014

Sinop busca viabilizar R$ 1,5 milhão para água tratada

Os vereadores das comissões permanentes da câmara já analisam projeto de lei da prefeitura que pede a abertura de crédito adicional suplementar de R$ 1,5 milhão ao Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAES). Na mensagem do texto, encaminhado ao legislativo esta semana, a prefeitura aponta que o valor é destinado a perfuração de dois poços profundos para funcionamento nos Sistemas Jardim Boa Esperança e Dauri Riva. A tendência é que pedido seja votado na próxima sessão, na segunda-feira (24).

Leia mais »

(RR) Segunda etapa da obra de ampliação da rede de esgoto da Capital é concluída

A empresa CMT Engenharia conclui, nessa quarta-feira (19), a segunda etapa da obra de ampliação do sistema de esgotamento sanitário de Boa Vista. Com o término dessa parte dos trabalhos, o índice acumulado de atendimento do serviço de saneamento básico na Capital será de 43,29%. As últimas atividades estão em execução na Rua Yeyê Coelho, bairro Jardim Floresta, onde foram implantados 450 metros de rede coletora.

Leia mais »

Saneamento Básico: Instrumento Urbano de Sustentabilidade

A ciência já tem conhecimento da importância do saneamento básico no contexto da sustentabilidade urbana. No Brasil, graças a pesquisa e a experiência de técnicos em saneamento foi possível diagnosticar a urgência e a extensão das necessidades do país e dos grandes centros urbanos. A mídia prestou e continua prestando uma importante contribuição para o reconhecimento do problema parte da opinião pública. Não muito distante, politicamente falando, obras enterradas não davam voto. Hoje graças aos veículos de comunicação de massa, a situação é diferente. O saneamento básico e o meio ambiente caminham lado a lado e se tornaram prioridade. Esta foi a primeira fase, ou seja, o diagnóstico e o reconhecimento do problema.

Leia mais »

Prazo para mapear áreas é de 6 meses

As ligações clandestinas de esgotos que lançam dejetos na areia e no mar de Areia Preta e foram causa de decisão judicial para interdição do local, deverão ser mapeadas em pelo menos seis meses. Esse é o prazo estimado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) para identificar e interromper – à marretadas – a interligação da rede de drenagem de águas pluviais ao esgoto lançado ao mar, somente da área de Mãe Luiza.

Leia mais »