25 de abril de 2014

Os recursos são de uma linha de financiamento disponibilizada pela Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). A medida é uma solução para que os municípios paranaenses possam cumprir a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que determina o fim dos lixões até 3 de agosto de 2014.
A ordem de serviço para a construção de duas novas adutoras, uma em Florianópolis e outra em São José, foi assinada na quinta-feira (24). O objetivo é melhorar o abastecimento de água na região da Grande Florianópolis. Nesta sexta (25), a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) anunciou que também será construída uma terceira adutora para abastecer melhor o Norte da Ilha de Santa Catarina.
O Consórcio PCJ, que representa 43 municípios e empresas baseados nos mananciais dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí e que dependem do Sistema Cantareira para ter água potável e para atividades econômicas, realizarão protesto amanhã (25) às margens de uma das represas que integra o sistema de reservatórios de água.
O mandato de diretor-geral do Operador Nacional do Sistema (ONS) poderá ser “excepcionalmente” estendido por dois anos após a recondução, a critério do poder concedente, segundo decreto do governo publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira.
São Paulo – O Brasil não tem conseguido aproveitar toda a capacidade instalada das usinas termoelétricas para poupar água nos reservatórios.
A Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp) comunicou a Prefeitura de Guarujá sobre o termo de notificação de saneamento encaminhado à Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). A iniciativa da Arsesp demonstra apoio à ação civil pública ingressada pela Administração Municipal no início deste ano contra a estatal, acerca dos transtornos causados a munícipes e turistas por conta da falta d’água na Cidade, em plena temporada de verão. No documento, a Agência faz uma série de determinações à Sabesp, devido à fiscalização realizada em 16 de janeiro deste ano.
São Paulo – Entidades de defesa do direito do consumidor avaliam que a multa aos usuários da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) que aumentarem o consumo de água só é legal após adoção de racionamento.
São Paulo – A bancada do PT na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) enviou nesta quinta-feira, 24, uma representação ao Ministério Público Estadual (MPE) em que pede a apuração da responsabilidade do governador Geraldo Alckmin (PSDB) na crise hídrica que atinge o Sistema Cantareira. O partido pede também a investigação da conduta de quatro ex-diretores da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), empresa responsável pelo abastecimento de água de 364 municípios, incluindo a capital.
As repartições públicas do Estado de São Paulo também serão multadas em 30% pela Sabesp se aumentarem o consumo de água em 20%. A medida passará a valer a partir da conta do mês de maio, que vence em junho.
Vilã das perdas, metade da tubulação da Sabesp no centro tem mais de 30 anos. Documento da companhia enviado à agência reguladora admite que envelhecimento da rede é um dos principais motivos de vazamento de água; capital tem até tubos dos anos 1930