saneamento basico
Zema quer privatizar Copasa até abril e levantar pelo menos R$ 10 bilhões

Privatização da Copasa é aprovada em 1º turno por assembleia de MG

A futura empresa deverá adotar o modelo de “corporation”, sem acionista controlador definido, segundo comunicado da assembleia à imprensa.

O projeto de privatização da companhia de saneamento de Minas Gerais, Copasa, foi aprovado pela assembleia legislativa do estado em primeiro turno, nesta terça-feira (02/12).

A assembleia afirmou que o projeto aprovado autoriza ao governo de Minas Gerais a iniciar o processo de desestatização da Copasa, permitindo que o estado deixe de ser o controlador da companhia por meio de venda de ações ou aumento de capital que dilua sua participação.

A futura empresa deverá adotar o modelo de “corporation”, sem acionista controlador definido, segundo comunicado da assembleia à imprensa.

As ações da Copasa subiam 1,38%, às 13h59, enquanto o Ibovespa mostrava alta de 0,81%.

Segundo a assembleia, o texto aprovado nesta terça-feira retornará à Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) antes da votação final, em 2º turno. O projeto inclui estabilidade de 18 meses para os empregados da Copasa após a privatização, algo que não constava do projeto original.

Fonte: InfoMoney


Últimas Notícias:
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.

Leia mais »

O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

Leia mais »