Equatorial não consegue fatia adicional da Copasa
Escolhido para a função de sócio de referência, grupo havia manifestado o interesse de promover alocação de 12,6%.
Escolhido para a função de sócio de referência, grupo havia manifestado o interesse de promover alocação de 12,6%.
Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.
Grupo assumirá controle de até 30% da companhia, enquanto o governo mineiro manterá poderes de veto em decisões consideradas estratégicas.
A Sanepar, companhia de saneamento do Paraná, chegou a avaliar a participação na privatização da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais). Mas decidiu ficar de fora do processo após não conseguir estruturar uma parceria para disputar o controle da empresa mineira.
No maior leilão do ano, gestora fica com bloco do sertão e consórcio BRK-Acciona paga R$ 3,5 bilhões por lote que inclui Recife. Para 2026, privatização da Copasa deve atrair investidores.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que pretende privatizar a Copasa até abril. Segundo ele, em entrevista nesta segunda-feira (8), todos grupos privados do setor no país já teriam manifestado interesse na companhia de saneamento mineira, o que poderia movimentar pelo menos R$10 bilhões.
O projeto de privatização da companhia de saneamento de Minas Gerais, Copasa, foi aprovado pela assembleia legislativa do estado em primeiro turno, nesta terça-feira (02/12).
O projeto de lei que regionaliza os serviços de saneamento básico em Minas Gerais sofreu uma mudança na segunda-feira (6).
Após quase seis anos na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), dos quais, quatro à frente da Pasta, Fernando Passalio segue agora para outro desafio: presidir a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). O remanejamento do gestor ocorre como mais uma estratégia do governador Romeu Zema (Novo) de privatizar esta e outras estatais, no momento em que a federalização também surge como opção, após a aprovação do Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag), que permite o modelo para abatimento da dívida dos estados com a União.