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SP: Nava estuda intervenção judicial para suspender contrato com OAS

Quando acabar o recesso parlamentar, as investidas contra OAS, grupo ao qual é ligada a Samar, gestora do serviço de abastecimento de água na cidade, não deverão partir apenas do líder governista, Gilberto Mantovani, o Batata (PR), que quer auditoria no contrato de concessão.

Oposição ao prefeito Cido Sério (PT), Ermenegildo Nava (Pros) disse, nesta semana, estar estudando uma forma de pedir intervenção judicial para a suspensão desse contrato, em vigor desde novembro de 2012 e que tem duração de 30 anos. “Na minha concepção, por causa da capacidade financeira da empresa, a gestão do serviço de abastecimento de água em Araçatuba está vulnerável”, argumenta Nava, baseado na dívida de R$ 7,9 bilhões da OAS, o que tem gerado desconfiança no mercado.

“Com uma dívida que chega a bilhões, como vamos ter confiança? Isso é perigoso. Por isso, vislumbro uma intervenção judicial”, sustentou ele. Uma eventual medida contra a concessão da água seria o primeiro questionamento feito por Nava a preocupar a administração municipal após o fôlego que o parlamentar do Pros ganhou com a suspensão, ordenada pela Justiça, do andamento de representação contra ele no Legislativo.

VIOLAÇÃO
O vereador é acusado pela vice-presidente local do PT, Vânia Grossi, de violar a legislação municipal por advogar em processo contra o município. O caso, no entanto, ainda se encontra na Justiça, onde tramita uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público local, que tem Nava como réu. Por conta disso, ele ainda não considera essa batalha vencida e diz aguardar a decisão judicial sobre o caso.

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