saneamento basico

Água do volume morto do Cantareira começa a ser usada no dia 15 de maio

A água do volume morto do Sistema Cantareira deve começar a ser utilizada pela Sabesp (Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo) no dia 15 de maio. A declaração foi feita pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) no início da tarde desta quinta-feira (8) durante a inauguração de uma unidade do Bom Prato em Carapicuíba, na Grande São Paulo.
“A utilização da reserva técnica provavelmente começará no dia 15 de maio”, disse.

O volume morto é um reservatório que abriga 400 milhões de metros cúbicos de água. O reservatório nunca foi utilizado, mas o governo estadual realizou obras para conseguir bombear a água após o nível do Sistema Cantareira atingir os índices mais baixos da história e ficar abaixo dos 10%.

Nesta quinta vence o prazo da Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) para apresentar um relatório que comprove a qualidade da água do volume morto, se é ou não saudável para o consumo da população.
Alckmin destacou que o governo tem todos os exames que comprovam a qualidade da água e ressaltou que a Sabesp é uma das melhores empresas de saneamento básico da América Latina. “O rigor é absoluto”.

O governador também lembrou que a água que vai para Campinas há anos sai do fundo da represa e nunca apresentou problemas. “A reserva técnica São 400 milhões de metros cúbicos, nós estamos falando em utilizar 180 milhões de metros cúbicos, é menos da metade”, disse.

Sobre os pareceres de especialistas que demonstram preocupação com o uso do volume morto, por acreditarem que a água possa estar contaminada e ter a presença de metais cancerígenos, Alckmin declarou que não tem nenhuma informação sobre o assunto.

Fonte: G1
Veja Mais: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/05/agua-do-volume-morto-do-cantareira-comeca-ser-usada-no-dia-15-de-maio.html

Últimas Notícias:
Integração de sistemas no saneamento o risco operacional que começa na desorganização dos dados EOS Systems

Integração de sistemas no saneamento: o risco operacional que começa na desorganização dos dados | EOS Systems

No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.

Leia mais »
Novo marco legal do saneamento fracasso ou limites estruturais

Novo marco legal do saneamento: fracasso ou limites estruturais?

Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?

Leia mais »