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DuPont adquire negócio de Membranas de Ultrafiltração da BASF

Transação amplia nossos recursos de purificação de água de classe mundial para atendermos à crescente demanda dos clientes.

A DuPont Safety & Construction anunciou ontem (23/09) que assinou um acordo para a aquisição do negócio de Membranas de Ultrafiltração da BASF, incluindo a inge GmbH.

A transação inclui a força de trabalho internacional da divisão, sua sede e planta de produção em Greifenberg, na Alemanha, além de ativos de propriedade intelectual associados à BASF, e deve ser concluída até o final de 2019, após as aprovações regulatórias habituais. Os termos financeiros do acordo não foram divulgados.

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“Como líder global em soluções inovadoras de água, estamos continuamente buscando maneiras de ajudar nossos clientes a resolver os desafios da água em todo o mundo”, disse Rose Lee, Presidente da DuPont Safety & Construction. “Essa tecnologia, em combinação com a equipe de especialistas, amplia ainda mais nosso portfólio e aprimora nossa capacidade de projetar soluções integradas e personalizadas para aplicações de tratamento de água potável, industrial e de tratamento de águas residuais em todo o mundo”, afirma a Executiva.

Tecnologias

A combinação das tecnologias de ultrafiltração da DuPont e da BASF adiciona ao portfólio líder de tecnologias de purificação e separação de água da DuPont, incluindo ultrafiltração, osmose reversa e resinas de troca iônica.

“A água é local, mas a ciência é global”, afirma HP Nanda, Vice-Presidente Global e Gerente Geral da DuPont Water Solutions. “Precisamos de um amplo portfólio de tecnologias para resolver os desafios dos nossos clientes. A tecnologia PES Ultra Filtration da BASF complementa nossa própria tecnologia PVDF de alto fluxo, oferecendo mais opções para nossos clientes”, comenta o Executivo.

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O mito da vez é a ideia de que a criação de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) seria, por si só, um método para “burlar uma licitação”.

Na verdade, ocorre exatamente o contrário: o próprio ordenamento jurídico prevê a constituição da SPE. A Lei de PPPs, por exemplo, determina que o parceiro privado constitua uma SPE para implantar e gerir o empreendimento. Ou seja, a suposta “fraude à licitação” é um requisito legal da operação. Na Lei de Concessões, a figura é facultativa e sujeita a uma escolha racional de projeto a projeto.

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