Falta de chuva seca hidrovia em SP e para transporte de grãos e celulose

A falta de chuvas na região da bacia Tietê-Paraná deixou os rios com o nível abaixo do normal e está inviabilizando o transporte de grãos e celulose do interior para o litoral do Estado de São Paulo. Em Pederneiras, a 320 km da capital paulista, onde fica o principal porto intermodal do Centro-Oeste paulista, construído exclusivamente para receber a produção de grãos, celulose e minerais pela hidrovia Tietê-Paraná, as barcaças estão paradas às margens do rio.

A hidrovia possui 2.400 quilômetros de extensão e liga o Paraná a Goiás, passando pelo Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais.

Com a seca, o governo federal, por meio do ONS (Operador Nacional de Sistema Elétrico), decidiu pela segunda vez em menos de uma semana reduzir o calado, parte da embarcação que fica dentro da água.

Com a medida, as barcaças que fazem o transporte pelo canal de navegação da hidrovia não podem estar com o calado mais que 60 centímetros abaixo da água. Há cerca de uma semana, a redução havia determinado um metro como limite, ainda assim bem abaixo dos três metros de profundidade que são considerados como normal.

Fonte: UOL
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O mito da vez é a ideia de que a criação de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) seria, por si só, um método para “burlar uma licitação”.

Na verdade, ocorre exatamente o contrário: o próprio ordenamento jurídico prevê a constituição da SPE. A Lei de PPPs, por exemplo, determina que o parceiro privado constitua uma SPE para implantar e gerir o empreendimento. Ou seja, a suposta “fraude à licitação” é um requisito legal da operação. Na Lei de Concessões, a figura é facultativa e sujeita a uma escolha racional de projeto a projeto.

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