Um total de 85,2 mil cisternas para consumo humano foi entregue na Paraíba, desde 2003, pelo Governo Federal. Esse número alcança 1.330 municípios em todo o Nordeste e Minas Gerais. Apenas no mês de julho, mais de 31,5 mil unidades foram entregues, o que corresponde a uma média de 1.018 por dia.
As cisternas garantem melhor qualidade e já transformaram a vida de quase 4 milhões de pessoas, melhorando inclusive a condição alimentar. Para as mulheres que antes gastavam horas caminhando em busca de água, as cisternas foram de grande ajuda.
De acordo com a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, as cisternas são o maior esforço do governo federal para garantir que o sertanejo viva de forma digna mesmo nos períodos de pior estiagem.
“As cisternas fazem parte de um conjunto de ações para garantir a convivência com a seca. Possibilitam que as pessoas possam sobreviver no período de estiagem tendo água para beber, tomar banho e fazer comida. Ver como a cisterna faz diferença na vida da população nos inspira a fazer muito mais”, destaca.
Cada reservatório construído tem capacidade para 16 mil litros, suficientes para abastecer uma família de cinco pessoas por até oito meses e, assim, amenizar os efeitos da seca prolongada.
Para apoiar os agricultores familiares de baixa renda a continuarem produzindo mesmo durante o período de estiagem, também foram implantadas outras tecnologias de captação da água da chuva, como cisternas do tipo calçadão e de enxurrada, além de barragens subterrâneas e barreiros trincheira. A produção, além de alimentar a família, serve também para gerar renda a partir da produção de alimentos.
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais
02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.