saneamento basico

Câmara aprova uso de cisternas em condomínios

Na Sessão de segunda-feira (4), os Vereadores aprovaram, em segunda votação, a construção de cisternas em condomínios, imóveis residenciais, indústrias, comércio, entre outros. A medida vale para novas obras. A lei é de autoria do Parlamentar Silvino de Castro (PRB).
Em relação aos antigos imóveis, a lei autoriza o Executivo a dar incentivos fiscais para os locais que instalarem o sistema de reuso de água, mas não há obrigação nem quanto à instalação e também nem quanto ao desconto nos impostos.
A lei vem em um momento em que o Estado de São Paulo começa a vencer a crise hídrica que
atingiu grande parte da população. Para o Vereador, a norma quer incentivar a população a usar a água de maneira consciente.

A água das chuvas devem ser prioritariamente usadas para descargas em vasos sanitários, irrigação de jardins, lavagem de veículos, limpeza de paredes, abastecimento de piscinas. Caso o reservatório atinja a capacidade máxima, a norma ainda orienta que a água deve ser usada no solo, descartada no sistema público de drenagem ou ser transferida para outra cisterna.
O sistema Rio Grande que abastece parte da cidade de Ribeirão Pires está com 95,5% da sua capacidade. Já o Cantareira e o Alto Tietê, os reservatórios que passaram pela maior crise em 2014 e 2015, estão com 65,9% e 42,9% respectivamente.

A Sabesp informou que, a partir de maio não cobrará mais taxas e nem dará benefícios aos usuários que desperdiçarem ou economizarem água.

Fonte: Diário RP
Foto: Diário RP

Últimas Notícias:
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.

Leia mais »

O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

Leia mais »