Caesb e GDF investem R$ 153 milhões para ampliar sistemas de água e esgoto em São Sebastião
Pacote de obras inclui novas redes, adutoras, reservatórios e sistema de esgotamento sanitário
Pacote de obras inclui novas redes, adutoras, reservatórios e sistema de esgotamento sanitário
Você já imaginou uma indústria perder 40% do que produz? Ficar apenas com os 60% restantes? Se uma padaria jogasse fora quatro em cada dez pães que assa, antes mesmo de abrir, todo mundo acharia um absurdo. No saneamento brasileiro, é exatamente o que acontece com a água tratada. O país perdeu quase 40% da água produzida em 2024 antes de chegar à torneira da população.
Levantamento da Abes mostra que só 3,67% das cidades avaliadas alcançaram os indicadores mais próximos das metas previstas para 2033
O Governo de São Paulo reforça a necessidade de que a população economize água durante o atual período de estiagem, que afeta diretamente o nível dos mananciais.
Imagine a seguinte situação: você lava o carro com água potável. Depois, rega o jardim com água potável. Dá descarga no vaso sanitário usando água potável. Agora pense por um instante: será que todas essas atividades realmente precisam utilizar uma água com qualidade para consumo humano?
A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas). Informam que o Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo, passará a operar na Faixa 3 – Alerta a partir de 1º de julho. A medida segue o que estabelece a Resolução Conjunta nº 925, de 29 de maio de 2017.
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Publicou o edital de licitação internacional para a implantação do Sistema de Abastecimento Integrado do Norte do Paraná (SAINP).
Mais da metade dos R$ 525 bilhões estimados pelo Ministério das Cidades para universalizar o saneamento no Brasil até 2033 devem ser investidos no Nordeste: a região tem uma demanda de R$ 274 bilhões em obras.
A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de rejeitar o pedido de revisão do Tema 565. Representa uma importante vitória para a segurança jurídica do setor de saneamento. Com isso, permanece válido o entendimento de que a cobrança da tarifa de esgoto é legítima, mesmo quando nem todas as etapas do tratamento são executadas. Desde que haja a prestação de atividades que integrem o serviço de esgotamento sanitário.
Há uma experiência comum a milhões de brasileiros que raramente aparece nas estatísticas oficiais sobre saneamento. É o cheiro que vem do córrego no fundo do bairro. A criança que passa a semana com diarreia e ninguém consegue entender por quê. É a rua que alaga a cada chuva forte porque o sistema de drenagem nunca foi projetado para funcionar junto com a rede de esgoto. São situações que parecem desconectadas entre si, mas que têm uma causa comum: a ausência de infraestrutura sanitária adequada.