Viabilidade da implantação de sistemas de lagoas para tratamento do chorume do aterro sanitário de Santo André/SP
O custo de transporte e tratamento desse chorume está em torno de R$ 54.000,00 por mês.
O custo de transporte e tratamento desse chorume está em torno de R$ 54.000,00 por mês.
Prestes a expirar, um contrato emergencial garante de forma precária o tratamento de todo o chorume produzido no Aterro Sanitário de Brasília (ASB).
A suspeita do despejo de chorume, material resultante da decomposição do lixo, em um rio que deságua na Baía de Guanabara, levou o Ministério Público Federal (MPF) a denunciar a empresa Gás Verde, responsável pelo manejo do biogás no antigo Aterro Sanitário de Gramacho, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense. A empresa nega que esteja havendo contaminação.
Segundo denúncia de pescadores da região, a empresa está despejando chorume no Rio Sarapuí.
Nesse sentido, a pesquisa avalia a influencia da pratica de recirculação de lixiviado na produção e composição do biogás.
Rio Claro é uma das poucas cidades brasileiras que possui uma Estação de Tratamento de Chorume instalada no próprio aterro sanitário.
O chorume é um efluente altamente poluente e de composição complexa gerado pela degradação dos resíduos em aterros sanitários.
Esse efluente é considerado mais agressivo que o esgoto e produz um grande impacto ao meio ambiente, pois possui pH ácido, alta Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), alto valor de Demanda Química de Oxigênio (DQO), além de diversos compostos altamente tóxicos, que com o passar do tempo se convertem parcialmente em gás metano e gás carbônico (CO²).
A poluição causada por um litro de chorume equivale a 100 litros de esgoto doméstico.
Vazamentos chegaram a atingir também manguezal do Rio Sarapuí. Inea multou ainda empresa de Seropédica em R$ 5,7 milhões.
Agora, o trabalho se concentra na remoção da camada superficial do solo do valão para onde o líquido escorreu.