Loga, de coleta de lixo, será 100% da Solví com saída de Quintella
Grupo de Carlos Villa já tinha 62% da empresa com atuação na capital paulista.
Grupo de Carlos Villa já tinha 62% da empresa com atuação na capital paulista.
O acesso ao saneamento básico tem crescido no país, embora persistam desigualdades regionais. Em 2025, 69,7% de brasileiros (ou 147,8 milhões de pessoas) residiam em domicílios com rede coletora de esgoto ou fossa séptica ligada à rede.
O descarte irregular de resíduos sólidos persiste em até nove em cada dez municípios brasileiros, apesar da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
As condições de acesso a saneamento básico nas unidades de conservação localizadas na Amazônia Legal são bem piores que na média do Brasil.
A usina de tratamento de lixo de Fernando de Noronha acumula cerca de 5,5 mil toneladas de resíduos. A informação foi divulgada pela Administração da Ilha.
Um projeto de lei foi encaminhado à Câmara Municipal de Caraguatatuba pela prefeitura da cidade, com o intuito de instituir uma taxa de lixo que está em conformidade com o Novo Marco Legal do Saneamento Básico.
Entretanto, o acesso a um saneamento básico de qualidade só caminhou para se tornar um direito constitucional em 2025.
Os atrasos e desigualdades no acesso ao saneamento básico no Brasil são amplamente conhecidos, mas muitas vezes percebidos apenas por quem sente o problema no dia a dia.
O contrato tem custo estimado de R$ 1,314 bilhão para bancar o serviço durante 2 anos –podendo ser renovado por mais 3 (neste caso, aditivos podem ser acertados).
Dados do “Censo 2022: Características dos domicílios - Resultados do universo”, publicados na sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmam a elevação dos indicadores de moradores com acesso ao saneamento básico em Campinas.