Obra contra crise hídrica está travada
Uma das principais obras do governo Geraldo Alckmin (PSDB) para evitar nova crise hídrica em São Paulo está travada por questões ambientais.
Uma das principais obras do governo Geraldo Alckmin (PSDB) para evitar nova crise hídrica em São Paulo está travada por questões ambientais.
De toda a água tratada em 2014, o Brasil perdeu 36,7% durante a distribuição. São mais de 6 bilhões de metros cúbicos desperdiçados, o suficiente para encher seis vezes o sistema Cantareira, na Grande São Paulo.
Índice está em 43,3% desde terça-feira (15). Pluviometria acumulada no mês é de 172,4 mm.
Além disso, já choveu em março nas regiões de represa, 92% do volume previsto para o mês.
Para o superintendente do DAE, Osmar Silva Filho, o baixo número não significa que a população
Precipitação já registrada no mês é 82,4% do esperado para março. Todos os sistemas que abastecem a Grande SP tiveram elevação.
Empresa 'cortou' pela metade período de redução de pressão em dezembro. 'Preço a pagar', diz presidente da companhia sobre perdas na tubulação.
O duplo alerta foi feito pelo pesquisador Ricardo Hirata, do Centro de Pesquisas de Águas Subterrâneas (Cepas-USP) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo.
Não chove há 12 meses na região. Saae acredita que o abastecimento vai durar por mais 15 dias.
Índice teve 22ª elevação consecutiva e chegou a 40,2% nesta terça-feira. Em 8 dias, choveu 57,25% da média histórica para março.