Jardim de chuva marca novo modelo de drenagem sustentável
Campo Grande (MS) avança em sustentabilidade urbana com a implantação do primeiro jardim de chuva em área pública da cidade.
Campo Grande (MS) avança em sustentabilidade urbana com a implantação do primeiro jardim de chuva em área pública da cidade.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”
Como consequência desse crescimento populacional, há impermeabilização do solo, ocupação das faixas marginais de proteção dos rios, desmatamentos, canalização de rios, quantidade crescente de resíduos sólidos que são jogados nesses corpos hídricos, dentre outras.
Um estudo realizado por estudantes da Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo propôs avaliar o potencial de medidas de drenagem urbana sustentável, com o objetivo de mitigar futuras enchentes em áreas densamente povoadas.
Justiça Prefeitura SP Enchentes A Justiça de São Paulo determinou que a prefeitura da capital paulista faça um plano contra enchentes que consiga enfrentar o problema de forma estrutural. Segundo…
A adoção de uma gestão integrada visa unificar e coordenar esses sistemas, explorando suas interconexões e promovendo uma abordagem holística.
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) não só investe continuamente na ampliação e melhoria do tratamento do esgoto no Estado como também tem testado, aprovado e ampliado o uso de novas práticas que aliam inovação e sustentabilidade ambiental.
A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria a Política Nacional de Gestão e Manejo Integrado de Águas Urbanas, abrangendo águas pluviais (chuva) e águas cinzas (saídas de chuveiros, lavatórios, tanques e máquinas de lavar roupa).
O modelo gera energia a partir do calor liberado pela queima controlada do lixo, em um processo que trata os gases e sobras gerados, diminuindo em 90% a massa de descarte.
Após abrir capital em 2021, a Orizon engatou uma série de M&As que ampliou sua operação de 5 para 17 ecoparques.