saneamento basico

É mesmo chocante

A portuguesa Catarina de Albuquerque, relatora especial das Nações Unidas sobre o direito humano à água e ao saneamento, esteve em missão no Brasil durante dez dias e se disse "chocada" com as desigualdades regionais no tratamento de esgoto. Não é preciso que um estrangeiro constate aquilo que todos nós já sabemos, mas as palavras de Catarina resumem bem a vergonha que esse estado de coisas deveria inspirar em nossas autoridades. Não se pode falar em fim da miséria e outros slogans eleitoreiros quando se depara com a situação que chocou a enviada da ONU.

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MPE aponta prejuízo de R$ 9 milhões na coleta de lixo em Campo Grande

O atual contrato da prefeitura de Campo Grande com a empresa que explora a coleta de resíduos sólidos, a CG Solurb, tem indícios de irregularidades e pode ser responsável por prejuízo de R$ 9 milhões aos cofres públicos só em seu primeiro ano de vigência. É o que está em investigação pelo Ministério Público Estadual (MPE-MS) que, entre as principais falhas, aponta o emplacamento de caminhões em outros estados e com mais de trinta anos de uso, além de aluguel dos veículos.

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PMCG inicia oficinas para elaboração do Plano de Gestão de Resíduos nesta terça-feira

A Prefeitura Municipal de Campina Grande, através da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos promove, no período de 14 a 16 de janeiro, a II Oficina Sobre a Elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos Urbanos, o qual deverá se adequar à Política Nacional de Resíduos Sólidos. A oficina acontecerá a partir desta terça-feira, 14, às 8h, no auditório do Sine Municipal, na Rua Afonso Campos, 143, centro. Na ocasião, serão tratados temas que envolvam as causas e soluções para problemas relacionados com o manejo de resíduos sólidos (lixo) do município.

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Verão da Copa tem apagões e falta d’água no Rio

Os pesados investimentos na Copa do Mundo e na Olimpíada não serviram para fazer o Rio de Janeiro resolver seus graves problemas de saneamento e abastecimento. A cidade que é um permanente cartão de visitas para o Brasil também não chegará ao Mundial com a certeza de que está preparada para evitar panes e apagões no sistema de distribuição de energia para casas e empresas. O ano de 2014, que começou com um verão dos mais quentes de que se tem notícia nos últimos anos, com poucas chuvas, acentuou esses problemas nas áreas menos favorecidas e, pior para o turista, também na faixa mais nobre de praias da Zona Sul.

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Goiás se destaca em investimentos em infraestrutura sanitária

Com uma população de 5.245.996 habitantes, Goiás tem se destacado pelos investimentos em infraestrutura sanitária. Em parceria com a União e os municípios o governo do Estado tem atuado de forma efetiva na busca da universalização dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário. Hoje o índice de atendimento de água tratada é de 93,6%, o que significa dizer que todas as cidades atendidas pela empresa Saneamento de Goiás S.A. (Saneago) desfrutam do benefício e 44,7% dispõem de rede de esgoto.

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(PI) Miguel Alves sem saneamento básico

O volume de recursos que o Governo Federal, através de convênio entre a prefeitura municipal de Miguel Alves e o Ministério da Saúde, para a implantação do sistema de esgotamento sanitário na cidade. Desde quando o projeto foi iniciado, ainda na gestão de Nonato Pereira, passando pelas gestões dos prefeitos Walter Sá e Oliveira Junior, a população de Miguel Alves viveu muitos transtornos provocados pelas escavações de ruas e avenidas da cidade, mas sempre foi tolerante porque sabia que se tratava de um projeto de extrema importância na melhoria da saúde pública.

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Prefeitura terá que implantar sistema de tratamento de esgoto em São Gotardo

O município de São Gotardo, na Região do Alto Paranaíba, e a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) terão de fazer obras necessárias para o tratamento de esgoto e fornecimento de água na cidade. A Justiça concedeu liminar ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) que pediu o cumprimento das medidas. Caso os réus deixem de atender a determinação estão sujeitos a multa diária de R$ 500.

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Relatório da Agesan diz que Casan não conseguiria abastecer demanda sazonal prevista no Norte da Ilha

A capacidade instalada pela Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) no Norte da Ilha não conseguiria atender o número de pessoas previsto por ela no Plano de Emergência, mesmo que a falta de energia elétrica não tivesse acontecido. Enquanto a Casan estima que 350 mil pessoas permaneçam na região na temporada, cálculos da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico de Santa Catarina (Agesan) mostram que, com estações de tratamento e captação trabalhando a todo vapor, 147 mil habitantes poderiam ser abastecidos com água na região.

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