Privatização da Cedae complica, e Rio de Janeiro busca ‘plano B’
A Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro) é dificilmente privatizada, ao menos não está como um contrato de recuperação fiscal do estado.
A Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro) é dificilmente privatizada, ao menos não está como um contrato de recuperação fiscal do estado.
A Prefeitura de Santarém, no oeste do Pará, já recebeu e está avaliando os estudos realizados por quatro empresas privadas que atenderam o edital de chamamento público da Seminfra, sobre a situação do saneamento (água e esgoto) no município.
Com o aprofundamento do processo de privatização no período recente, o papel das agências reguladoras se tornou ainda mais importante.
A população de Erechim, município gaúcho com pouco mais de cem mil habitantes, resiste à privatização da água desde o final do ano passado
Privatizar empresas como a Copel e Sanepar não é uma resposta à crise econômica, não resolverá o problema de caixa do governo estadual, nem vai melhorar o acesso aos serviços.
Análise das informações na modelagem da PPP da Corsan, para implantação de sistemas de esgoto, mostra que as consequências da PPP serão muito piores do que as vantagens anunciadas pelos seus interlocutores.
Não existe a menor chance de um estado à beira da falência, como o Rio, sustentar sozinho a urgente e imprescindível expansão da rede de água e esgoto.
A Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) não seguirá a tendência nacional de desistência dos estudos para concessão do sistema de saneamento.
O projeto do governo de Michel Temer de facilitar a privatização das estatais de serviços essenciais, como abastecimento de água e saneamento básico, encontra no Estado de São Paulo um exemplo de como o negócio é rentável para as empresas privadas e prejudicial para a população e trabalhadores.
Mais de 70% das cidades em que a iniciativa privada atua como prestadora de serviços básicos de saneamento são municípios com até 50 mil habitantes.