Revisar a CONAMA 430 é proteger a água, a vida e o futuro
A sociedade espera uma norma mais moderna, mais transparente e mais protetiva. Não podemos permitir que interesses econômicos comprometam a qualidade das águas e a saúde das futuras gerações.
A sociedade espera uma norma mais moderna, mais transparente e mais protetiva. Não podemos permitir que interesses econômicos comprometam a qualidade das águas e a saúde das futuras gerações.
Cinco barragens localizadas no Piauí apresentam evidências de comprometimento estrutural. Segundo o Relatório de Segurança de Barragens divulgado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).
Imagine a seguinte situação: você lava o carro com água potável. Depois, rega o jardim com água potável. Dá descarga no vaso sanitário usando água potável. Agora pense por um instante: será que todas essas atividades realmente precisam utilizar uma água com qualidade para consumo humano?
A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas). Informam que o Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo, passará a operar na Faixa 3 – Alerta a partir de 1º de julho. A medida segue o que estabelece a Resolução Conjunta nº 925, de 29 de maio de 2017.
O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.
Se você já viu uma rua alagada após uma chuva forte ou ouviu falar que um porto "perdeu profundidade", provavelmente está diante de situações que envolvem drenagem ou dragagem. Os dois termos são parecidos, aparecem juntos em conversas sobre infraestrutura e meio ambiente — e é justamente por isso que costumam gerar confusão.
Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.
O Brasil está diante de uma decisão ambiental de enorme relevância, embora ainda pouco percebida pela sociedade: a revisão da Resolução Conama nº 430/2011, norma que estabelece as condições e padrões para o lançamento de efluentes em corpos hídricos. O que pode parecer um debate técnico restrito a especialistas, na verdade, impacta diretamente a qualidade de nossos rios, estuários, baías, manguezais, zonas costeiras e oceanos. Em outras palavras, afeta a saúde ecológica do país e, por consequência, a da população.
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) recebeu a Indicação Legislativa nº 660/2026, de autoria do deputado estadual Renato Machado.
O município de Cajamar, na Grande São Paulo, não contava com coleta nem tratamento de esgoto até 2022. Com a expansão dos investimentos após a desestatização da Sabesp pelo Governo de São Paulo, em 2024, o serviço passou a alcançar 79% de cobertura de coleta e 50% de tratamento. As obras na cidade abrangem um conjunto de intervenções que alcança R$ 132 milhões no programa IntegraTietê.