Há falta de planejamento e má gestão no setor de saneamento
A crise é inédita e gravíssima e está apenas na metade
A crise é inédita e gravíssima e está apenas na metade
No total, foram investidos R$ 10,4 bilhões em 491 contratos de repasses firmados pelo ministério entre 2007 e 2011. Este documento relata a ineficiência no processo de implementação e efetiva aplicação dos recursos públicos onde, do total previsto, apenas 58 contratos foram concluídos (11,81%), com o investimento somente de R$ 587 milhões (5,64%).
Atualmente, cerca de 75% da população de Campo Grande já conta com acesso ao sistema de coleta e tratamento de esgoto.
Recurso é repasse do governo federal, através do Ministério das Cidades; verba possibilitará tratamento de 65% do esgoto municipal
O Tribunal de Contas da União (TCU) realizou auditoria para fiscalizar os convênios firmados entre a Fundação Nacional de Saúde – Funasa
Na ocasião, os responsáveis pela elaboração do projeto, farão uma apresentação detalhada de cada etapa, ou produto como é denominado. E os presentes, desde que se inscrevam durante o evento, e de preferência tenham lido a minuta do Plano que está disponível a consulta pública por meio digital e impresso, e tenham propostas a apresentar de forma escrita, poderão contribuir com a finalização do material.
Desde 2011, a Sanepar investiu cerca de R$ 68 milhões em novas obras e melhoria da infraestrutura. "A Sanepar tem profissionais qualificados para elaborar projetos, executar obras e operar o sistema. Isto garante aos moradores de Foz um serviço de excelência", explica o gerente regional da Sanepar em Foz, Rodrigo Becker.
Documento lançado pelo UNICEF e pela OMS diz que uma em cada três pessoas, ou 2,4 bilhões de cidadãos do planeta, não possuem saneamento básico.
Deles, 946 milhões continuam a fazer suas necessidades fisiológicas ao ar livre, uma prática muito problemática, por representar um foco contínuo de doenças e de contaminação da água.
A cada ano, no mundo, morrem mais de 15 milhões de pessoas vítimas de doenças infecciosas. A falta de saneamento básico é, assim, um fator que compromete a própria saúde pública mundial, promovendo óbitos e doenças gastrointestinais de toda ordem.