Quase 40% das casa no país ainda são inadequadas para morar
Na foto, a Favela do Mandela, na zona norte do Rio. As favelas concentram modarias inadequadas
Na foto, a Favela do Mandela, na zona norte do Rio. As favelas concentram modarias inadequadas
Foram realizados R$ 959,8 e R$ 1,8 bilhão em investimentos em 2012 e 2013, respectivamente. O setor privado aumentou sua presença para 304 cidades brasileiras (que eram 297 na publicação de 2014) e atende a 32,4 milhões de pessoas.
De acordo com o secretário de Infraestrutura Hídrica, Cássio Peixoto, a partir desse processo, a ideia é estabelecer convênios de cooperação entre o Governo do Estado e as prefeituras ou PPPs
Promotor Rosan da Rocha defende que se os municípios investissem mais nessas áreas, demanda no Hospital Ruth Cardoso seria menor
Ordem foi assinada no gabinete do Governador
A informação foi repassada pelo ministro Gilberto Kassab ao governador Pedro Taques que em conjunto firmaram o compromisso de realizar uma análise minuciosa para tirar estes projetos do papel e tornar os mesmos uma realidade em todo Mato Grosso.
Em 10 anos, número de domicílios servidos por redes coletoras de esgotos ou fossas sépticas passou de 32,8 milhões para 47,3 milhões
Entre os índices avaliados, estão os indicadores de atendimento de água e esgoto, que repetiram o índice do estudo de 2012 e mostraram que 100% das modalidades na região têm recebido tratamento. O estudo ainda traz outros números, como de investimentos e nota de atendimento de esgoto nos municípios, que obteve nota máxima: 2,5. Os investimentos em saneamento, por exemplo, duplicaram novamente.
Segundo a reportagem, exibida no Jornal do Piauí, os moradores informaram que depois que a água foi encanada, começaram a utilizar os poços como fossas. Passaram a correr risco de contaminar o lençol freático com essa medida e foi cancelada.
De acordo com informações do Sanear, Rondonópolis ainda não se adequou a Lei Federal 11.445, de 5 de janeiro de 2007, que exige a construção do Plano Municipal de Saneamento Básico. Um dos principais problemas enfrentados atualmente pelo Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis é a drenagem e a logística dos resíduos sólidos que ainda não têm uma destinação correta, porém é feita de forma controlada.