Funasa destinou R$ 9 milhões ao Piauí para obras de saneamento básico
Entre 41 convênios do Piauí com o Governo Federal que receberam recursos da União no mês de agosto, estão 12 convênios da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
Entre 41 convênios do Piauí com o Governo Federal que receberam recursos da União no mês de agosto, estão 12 convênios da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
As duas empresas escolhidas pelo estado para fazer um estudo para a concessão do saneamento em 25 comunidades pacificadas do Rio terão, a partir de segunda-feira, 150 dias para apresentar seus relatórios.
Atualmente, apenas 30% da população do município tem esgoto coletado. Governo lançou programa que vai investir mais de R$ 200 milhões no setor.
Há de se iniciar a reflexão pelo modelo de desenvolvimento urbano que favorece a concentração populacional em poucas grandes cidades, cujos territórios têm uma limitação de recursos naturais disponíveis ao uso, dentre os quais está a água.
O presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Henrique Pires, destacou que as doenças relacionadas ao mosquito Aedes aegypti teriam drástica redução com um saneamento de qualidade.
A presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos, estimou em R$ 300 bilhões os investimentos necessários para ampliar e universalizar a rede de saneamento básico no Brasil.
O BNDES vai custear os estudos de viabilidade dos projetos de saneamento que serão concedidos no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), informou nesta quarta-feira a presidente do banco, Maria Silvia Bastos Marques. Além disso, novos estados se mostraram interessados nas concessões.
A previsão é que parte desses projetos sejam leiloados em 2017 e, outra parte, no primeiro semestre de 2018. As maiores novidades do programa, batizado de Crescer, estão na área de saneamento básico.
Dentre os quatro principais subsetores – disposição de resíduos, tratamento de efluentes industriais, tratamento de efluentes domésticos e incineração de resíduos -, o descarte ainda é o mais expressivo em termos de emissões, representando 66,1% em média da origem das emissões nos últimos 44 anos.
Crédito será 100% subsidiado. Empresas de Rio, Pará e Rondônia serão as primeiras concedidas.