Falta de saneamento afeta educação e produtividade do país, diz estudo
País tem 35,5 milhões de casas sem coleta de esgoto, aponta estimativa. Brasil precisaria aplicar R$ 313 bi até 2033 para ter 100% de saneamento.
País tem 35,5 milhões de casas sem coleta de esgoto, aponta estimativa. Brasil precisaria aplicar R$ 313 bi até 2033 para ter 100% de saneamento.
Diante da pouca transparência pela Prefeitura de Registro, em divulgar documentos públicos relativos ao saneamento básico em Registro, o vereador Raul Calazans deve entrar, nos próximos dias, com uma medida judicial para garantir o exame do contrato de saneamento que foi requerida há mais de um mês junto à Prefeitura Municipal.
BRASÍLIA – A presidente da República e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), disse que uma das questões fundamentais para o próximo governo é simplificar a concessão de obras e buscar parcerias público-privadas (PPPs), principalmente no saneamento. “Em vários casos, as PPPs são fundamentais. Já vi várias dando certo na área de saneamento”, afirmou. Segundo Dilma, uma das principais vantagens do modelo é que as regras de administração nesses casos são características do setor privado. “Tem menos burocracia, menos problemas e, em alguns casos, mais agilidade”, afirmou.
A crise do abastecimento de água no país, sobretudo no Sudeste, expõe fragilidades na gestão de recursos hídricos e explicita uma grande desarticulação político-institucional entre as esferas de poder que atuam nesse tema: União e Estados, como detentores do domínio das águas e os municípios, responsáveis pelas políticas urbanas e titulares dos serviços públicos de saneamento básico
O Ex.presidente da Abar, Wanderlino Teixeira afirma que o setor de saneamento básico enfrenta uma crise estrutural em nível mundial. ´Ao mesmo tempo, muitos países ainda não dispõem de uma estrutura regulatória´, afirma. Entre os próximos dias 20 e 22, ele participa, em Fortaleza, do I Congresso Brasileiro de Direito de Águas e do seminário ´Regime Jurídico dos Serviços de Água e Esgoto sob a Égide da Lei 11.445/2007´
A crise do abastecimento de água no país, sobretudo no Sudeste, expõe fragilidades na gestão de recursos hídricos e explicita uma grande desarticulação político-institucional entre as esferas de poder que atuam nesse tema: União e Estados, como detentores do domínio das águas e os municípios, responsáveis pelas políticas urbanas e titulares dos serviços públicos de saneamento básico: abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e drenagem, conforme estabelecido nas Diretrizes Nacionais para o Saneamento Básico.
RIO - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou a concessão financiamento de R$ 550,5 milhões para projetos de saneamento em São Paulo, Paraná, no Rio Grande do Sul e Amazonas. As obras têm o potencial de beneficiar 1,36 milhão de pessoas.
Contrato de financiamento entre GDF e Caixa Econômica Federal foi assinado nesta segunda-feira (25) e beneficiará 300 mil pessoas
Estima-se investimento da ordem de 500 bilhões de reais até o ano de 2030 no Brasil para que alcance a tão almejada universalização. Grande parte dos recursos é proveniente do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), ou seja, dinheiro do trabalhador brasileiro que é quem financia as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e dentre elas as obras de saneamento. Com este nível de investimento o saneamento público
O Maranhão ainda abriga cerca de quatro milhões de pessoas que convivem com a falta de saneamento básico ou com a oferta inadequada deste serviço. Ainda assim, de acordo com representantes do Sindicato dos Urbanitários do Maranhão (STIU/MA), o Estado é um do que menos investem na área.